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Cenário familiar de crianças com obesidade: considerações sobre hábitos alimentares

Family scenario of children with obesity: considerations about eating habits

Escenario familiar de niños con obesidad: consideraciones sobre hábitos alimentarios

 

Denilson Gomes Silva*

dgsilva19@hotmail.com

Maria Verlana Carvalho Silva**

verlana.carvalho@gmail.com

 

*Mestre em Saúde da Família, Centro Universitário UNINOVAFAPI, Teresina, Piauí,

**Nutricionista, Centro Universitário INTA – UNINTA, Sobral, Ceará

(Brasil)

 

Recepção: 17/07/2018 - Aceitação: 23/05/2019

1ª Revisão: 04/04/2019 - 2ª Revisão: 07/05/2019

 

Este trabalho está sob uma licença Creative Commons

Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional (CC BY-NC-ND 4.0)

https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/deed.pt

 

Resumo

    A obesidade é considerada uma doença universal de prevalência crescente e assume caráter epidemiológico. A obesidade infantil é caracterizada quando o peso corporal está acima de 15% do peso médio correspondente para a idade. A condição está relacionada a hábitos alimentares, atividades físicas e pode levar a criança a problemas sociais, emocionais e graves de saúde. Este estudo teve como objetivo analisar os hábitos alimentares no cenário familiar de crianças com obesidade. Trata-se de um estudo exploratório com abordagem qualitativa desenvolvido no Centro de Saúde da Família Maria das Dores Gonçalves, no estado do Ceará, Brasil.Participaram doze mães de crianças diagnosticadas com obesidade, entre as idades de 05 a 10 anos. As informações foram coletadas durante o mês de novembro de 2017, a partir de um questionário estruturado. Os dados foram analisados por meio da técnica de análise de conteúdo. Nos resultados, prevaleceu o conhecimento favorável sobre alimentação saudável e sua importância durante a lactação. Em relação à introdução alimentar as mães relataram que a alimentação foi a mesma da família, as crenças e práticas referentes a comportamento alimentar foram originadas principalmente da cultura familiar, influência da mãe e de familiares na nutrição da criança, as mães tinham consciência da importância do profissional nutricionista para o acompanhamento das crianças e de suas famílias para seguir com o tratamento adequado. Observou-se que os parentes só mudaram os hábitos dentro de casa a partir do momento que as crianças foram diagnosticadas com obesidade e passaram a ter uma preocupação constante não só com os filhos, mas com todos os membros da casa. Dessa forma, a intervenção nutricional desenvolvida na obesidade infantil deve ser baseada na aquisição de hábitos saudáveis, promovendo discussões sobre a alimentação, atividade física e mudança comportamental. Considera-se necessário o apoio do profissional nutricionista e familiares nesse cenário.

    Unitermos: Obesidade infantil. Comportamento alimentar. Nutrição da criança.

 

Abstract

    Obesity is considered a universal disease of increasing prevalence and assumes epidemiological character. Childhood obesity is characterized when body weight is above 15% of the corresponding mean weight for age the condition is related to eating habits, physical activities and can lead the child to social, emotional and serious health problems. This study aimed to analyze dietary habits in the family setting of children with obesity. This is an exploratory study with a qualitative approach developed at the Maria das Dores Gonçalves Family Health Center, in the municipality of Sobral. Twelve mothers of children diagnosed with obesity participated. The information was collected during the month of November, 2017, from a structured questionnaire. Data were analyzed using the content analysis technique. In the results, the favorable knowledge about healthy eating and its importance during lactation prevailed, in relation to the feeding introduction the mothers reported that the food was the same as the family, the beliefs and practices referring to eating behavior originated mainly from the family culture, influence the mothers were aware of the importance of the nutritionist to accompany the children and their families to follow the appropriate treatment. It was observed that the relatives only changed the habits in the house from the moment that the children were diagnosed with obesity and they began to have a constant preoccupation not only with the children, but with all the members of the house. Thus, the nutritional intervention developed in childhood obesity should be based on the acquisition of healthy habits, promoting discussions about diet, physical activity and behavioral change. It is considered necessary the support of the professional dietician and family in this scenario.

    Keywords: Child obesity. Food behavior. Nutrition of the child.

 

Resumen

    La obesidad es considerada una enfermedad universal de prevalencia creciente y asume un carácter epidemiológico. La obesidad infantil se caracteriza cuando el peso corporal está por encima del 15% del peso promedio correspondiente a la edad; la condición está relacionada con hábitos alimentarios, actividades físicas y puede llevar al niño a problemas sociales, emocionales y graves de salud. Este estudio tuvo como objetivo analizar los hábitos alimentarios en el escenario familiar de niños con obesidad. Se trata de un estudio exploratorio con abordaje cualitativo desarrollado en el Centro de Salud de la Familia María de los Dolores Gonçalves, en el municipio de Sobral. Participaron doce madres de niños diagnosticados con obesidad. Las informaciones fueron recolectadas durante el mes de noviembre de 2017, a partir de un cuestionario estructurado. Los datos fueron analizados por medio de la técnica de análisis de contenido. En los resultados, prevaleció el conocimiento favorable sobre alimentación sana y su importancia durante la lactancia; en relación a la introducción alimentaria, las madres relataron que la alimentación fue la misma de la familia, las creencias y prácticas referentes al comportamiento alimentario fueron originadas principalmente de la cultura familiar, de la madre y de los familiares en la nutrición del niño; las madres tenían conciencia de la importancia del profesional nutricionista para el acompañamiento de los niños y de sus familias para seguir con el tratamiento adecuado. Se observó que los parientes sólo cambiaron los hábitos dentro de casa a partir del momento en que los niños fueron diagnosticados con obesidad y pasaron a tener una preocupación constante no sólo con los hijos, sino con todos los miembros de la casa. De esta forma, la intervención nutricional desarrollada en la obesidad infantil se debe basar en la adquisición de hábitos saludables, promoviendo discusiones sobre la alimentación, actividad física y cambio comportamental. Se considera necesario el apoyo del profesional nutricionista y familiares en ese escenario.

    Palabras clave: Obesidad infantil. Conducta alimentaria. Nutrición del niño.

 

Lecturas: Educación Física y Deportes, Vol. 24, Núm. 253, Jun. (2019)


 

Introdução

 

    A obesidade é considerada uma doença universal de prevalência crescente e assume caráter epidemiológico, como o principal problema de saúde pública na sociedade moderna (Sabia, Santos, Ribeiro, 2017).

 

    No Brasil, verifica-se nas últimas décadas um processo de transição nutricional, constatando que entre os anos 1974/75 e 1989, houve uma redução da prevalência da desnutrição infantil (de19, 8% para 7,6%) e um aumento na prevalência de obesidade infantil (de 5,7% para 9,6%) (Fisberg, Oliveira, 2016).

 

    O acompanhamento do tratamento para a obesidade infantil tem enfatizado como é difícil minimizar esta condição. Onde todos os que buscam atendimento têm sucesso mantendo ou reduzindo o índice de massa corporal em relação às pessoas que não buscam acompanhamento nutricional. Sabe-se que o envolvimento da família é de extrema importância, pois são os pais que preparam o ambiente da criança podendo facilitar ou dificultar o controle da ingestão de alimentos menos calóricos. Em geral, são os pais que oferecem à criança os alimentos, diretamente, por meio do preparo de refeições ou permitindo a compra pela própria criança. (Carvalho, 2016)

 

    As recomendações da prática clínica sobre a avaliação e condutas na obesidade de crianças e adolescentes são principalmente direcionadas para a obesidade comum ou exógena. Para tanto, deve-se, primeiramente, excluir a obesidade de outras causas, as sindrômicas ou secundárias. A prevalência de obesidade e sobrepeso aumenta na população brasileira em até 80%. A projeção dos resultados de estudos realizados nas últimas três décadas indica um comportamento epidêmico. Observa-se um aumento gradativo da obesidade e do sobrepeso desde a infância até a idade adulta. (Sawaya. Filgueiras, 2016).

 

    Vale ressaltar que os hábitos alimentares adquiridos durante a infância e adolescência podem influenciar nas preferências e práticas alimentares na idade adulta e também no estado nutricional. (Scarsi, 2017)

 

    Portanto, são necessárias ações para a promoção da alimentação saudável neste período e acredita-se que o uso de guias alimentares como a Pirâmide dos Alimentos é adequada, visto que se trata de um ins­trumento que se baseia nas necessidades nutricionais específicas do adolescente, res­peitando o número de porções segundo a idade, gênero e nível de atividade física, de acordo com a individualidade de cada um. (Ajuriaguerra, 2017)

 

    O interesse na prevenção da obesidade infantil se justifica pelo aumento de sua prevalência com permanência na vida adulta, pela potencialidade enquanto fator de risco para as doenças crônico-degenerativas. (Leão, 2016)

 

    A orientação nutricional é essencial no tratamento da criança e adolescente obeso porque objetiva a reformulação permanente do hábito alimentar a fim de evitar possíveis consequências que a obesidade na idade adulta possa provocar. (Ziwiauer, Souza, 2015)

 

    A avaliação do estado nutricional tem por objetivo verificar o crescimento e proporções corporais das crianças ou em comunidades por meio da utilização de medidas antropométricas que são de grande importância tanto no diagnóstico precoce, seja em relação a perda de peso ou diminuição da velocidade de crescimento para aplicação de medidas preventivas. (Santos, 2017)

 

    O nutricionista pode atuar na prevenção e promoção da saúde, interagindo com as famílias, conhecendo a realidade de cada uma delas e buscar o comprometimento das mesmas para efetivação dessas ações. As visitas domiciliares são de grande importância para uma intervenção segura e precoce na obesidade infantil. (Grando, 2018)

 

    Este estudo partiu da indagação sobre as seguintes questões norteadoras: como os familiares podem influenciar na alimentação da criança? Quais os fatores motivadores e de resistência que estão envolvidos na obesidade infantil? Como o profissional da nutrição pode contribuir nesse cenário familiar?

 

    Dessa maneira, as informações apresentadas e discutidas poderão impulsionar o entendimento que os familiares têm sobre a obesidade infantil, bem como a importância do acompanhamento nutricional para o desenvolvimento biopsicossocial da criança.

 

    Nesse contexto, o referido estudo teve como objetivo analisar os hábitos alimentares no cenário familiar de crianças com obesidade.

 

Metodologia

 

    Para a execução do estudo, foi escolhido o tipo de pesquisa de campo, exploratória e com abordagem qualitativa, pois trabalhará com um agrupamento. A pesquisa exploratória tem a finalidade de propiciar intimidade com o problema, objetivando torná-lo claro ou estabelecer um pressuposto. (Godoy, 2016)

 

    A pesquisa qualitativa permite o envolvimento com o grupo de indivíduos, pois a pesquisa se emprega no estudo das histórias, crenças e opiniões dos indivíduos entrevistados. (Minayo, 2017)

 

    O estudo foi desenvolvido no Centro de Saúde da Família (CSF) Maria das Dores Gonçalves, no município de Sobral-CE. O questionário foi aplicado para 12 mães de crianças obesas, que participavam de um acompanhamento coletivo com a nutricionista, as crianças estavam na faixa etária entre 05 a 10 anos, justificando que nesse período o índice de obesidade infantil é muito relevante.

 

    Os dados da pesquisa foram coletados por meio de um questionário estruturado, durante 03 encontros. Pode-se também transcrever manifestações corporais e sentimentos percebidos nas expressões faciais das participantes. Esse tipo de estudo dá mais oportunidades de serem elucidadas todas as incertezas e dúvidas pertinentes ao assunto e se em algum momento o participante discordasse, seria relatado e isso faz com que a pesquisa se torne mais autêntica e fidedigna. (Minayo, 2017)

 

    Em uma análise crítica dos riscos e benefícios, a pesquisa pode apresentar benefícios porque promoverá um maior conhecimento das concepções acerca dos hábitos alimentares no cenário familiar de crianças com obesidade, contribuindo para a prevenção e controle da doença.

 

    Em consonância com a Resolução 466/12, esta pesquisa não apresentou riscos.

 

Resultados e discussão

 

    Os resultados foram analisados e interpretados de acordo com as respostas do questionário. Apenas três mães afirmaram amamentar o filho até os dois anos de idade, 04 não amamentaram por dificuldades para produzir o leite, cinco amamentaram até o sexto mês por motivos de voltar logo ao trabalho. O leite de vaca também foi mencionado por apenas uma participante, as outras demonstraram ter conhecimento sobre riscos de cólicas e alergias.

 

    O aumento da obesidade em lactentes é resultado de um desmame precoce e incorreto; decorrente, de erros alimentares no primeiro ano de vida, principalmente, nas populações urbanas as quais abandonam precocemente o aleitamento materno e o substituem por alimentação com excesso de carboidratos, gorduras e proteínas em quantidades superiores às necessárias para seu crescimento e desenvolvimento. As mães relataram que a alimentação complementar introduzida foi a mesma da família sem restrição de nenhum alimento, na maioria das vezes as papas prontas foram consideradas a melhor opção por motivos de praticidade, e não havia restrição quanto a temperos industrializados utilizados em outras preparações. (Scarsi, 2016)

 

    A alimentação complementar é introduzida após seis meses de vida, onde deve ser oferecida uma alimentação equilibrada e saudável, pois atuará na formação dos hábitos alimentares da criança até a vida adulta. A alimentação inadequada é um dos maiores problemas no desenvolvimento da obesidade. (Sawaya, Filgueiras, 2018)

 

    A educação alimentar é um dos principais métodos na intervenção nutricional principalmente na faixa etária de 5 a 11 anos de idade, onde se inicia o vínculo entre as crianças, os alimentos e a formação dos hábitos alimentares, períodos decisivos tendem a consolidar na vida adulta. Por isso a importância de estimular o consumo de uma alimentação equilibrada e de qualidade, com o objetivo de prevenir o desenvolvimento da obesidade. (Ramos, Silva, Reis, 2017)

 

    No questionamento sobre a criança estar seguindo algum plano alimentar, todas as mães responderam que após o acompanhamento da nutricionista elas começaram a introduzir novos alimentos nas refeições das crianças e a importância da troca de conhecimentos entre a profissional e a família, foi possível gerar bons resultados na qualidade de vida de todos os membros da casa.

 

    Os benefícios da implantação de um novo plano alimentar incentivando hábitos alimentares saudáveis podem auxiliar na promoção da saúde, principalmente no ambiente familiar, juntamente com os pais com o propósito de oferecer estratégias que eliminem o consumo de produtos industrializados, e promovam uma alimentação saudável. (Carvalho, Faria, 2017)

 

    O nutricionista foi citado neste discurso como um forte orientador da alimentação infantil, destacando a importância que a área vem assumindo nos últimos tempos. Na equipe multidisciplinar, o nutricionista assume papel fundamental como responsável pela alimentação adequada em todas as fases da vida.

 

    Durante a pesquisa, todas as mães responderam que só começaram a acompanhar a alimentação dos filhos depois do visível excesso de peso, antes apenas estabeleciam os horários das refeições, mas não havia regras sobre quantidade ou qualidade dos alimentos. Desta forma, os pais que possuem consciência sobre os riscos de seus filhos apresentarem sobrepeso deveriam adotar práticas de educação alimentar qualitativa das crianças na tentativa de prevenir a obesidade. (Cordas, Claudino, 2016)

 

    Apenas uma mãe afirmou que o filho ainda realiza as refeições assistindo televisão, mas ela o acompanha para que o mesmo coma nas quantidades corretas. As outras mães afirmaram que após o acompanhamento nutricional mudaram as normas dentro de casa para que as refeições pudessem ser realizadas na mesa com a família.

 

    A televisão e o computador são um dos fatores potenciais que estimulam a alimentação, o poder dela, através de seus agentes sociais e propagandas, atuam na criação de valores míticos, promovendo alimentação saudável ou alimentação inadequada. (Albuquerque, Monteiro, 2016)

 

    De acordo com o questionário aplicado, foi possível perceber que os hábitos alimentares no cenário familiar dessas crianças obesas, mudaram a partir do acompanhamento com o profissional nutricionista.

 

Conclusões

 

    O desenvolvimento de hábitos alimentares na infância sofre a influência dos fatores fisiológicos e ambientais. A experiência com diferentes sabores inicia-se desde a gestação e a lactação. Para facilitar a aceitação dos novos alimentos, as crianças devem ser expostas a diferentes tipos de alimentos com frequência a partir dos seis meses. Entre os fatores ambientais que mais interferem na atuação dos fatores fisiológicos, destacou a influência do cuidador, em especial das mães. Tanto o exemplo dado pelos pais, quanto às atitudes tomadas por eles em relação à alimentação de seus filhos são importantes para a formação do hábito alimentar.

 

    Com o auxílio do questionário que foi utilizado para nortear esta pesquisa pode ser comprovado que mais do que o acesso à informação, são as vivências de experiências positivas os fatores de sucesso para o estabelecimento de hábitos saudáveis, quando o acesso ao alimento está garantido.

 

    A atenção básica de saúde é um espaço importante para o desenvolvimento de incentivo a apoio a adoção de hábitos alimentares saudáveis. Desta forma, sua atuação junto aos familiares e aos grupos populacionais específicos, deve envolver de forma direta ou indireta as várias dimensões de Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) e de seus determinantes com diferentes implicações.

 

    Destaca-se, então, a importância de se estimular o planejamento de programas de educação nutricional dirigido à família e às crianças, visando a melhoria das condições nutricionais. A influência da televisão reforça tendências alimentares previamente existentes, especificamente pela preferência por alimentos doces e gordurosos. A alimentação em família, favorece a modificação de hábitos alimentares, por facilitar a aceitação de novos alimentos. Desta forma, é possível perceber que uma variedade de fatores está relacionada à formação dos hábitos alimentares da criança obesa.

 

    O importante é investigar, em cada caso específico, quais são os fatores predominantes para realizar uma intervenção nutricional efetiva, quando esta se fizer necessária. Como evidenciado durante este trabalho existe uma ligação direta entre saúde, nutrição, bem-estar físico e mental de qualquer ser humano e em qualquer faixa etária, foi verificado a partir da literatura estudada e do questionário aplicado, que a infância é o período ideal para a formação de hábitos e condutas de vida.

 

Referências

 

Ajuriaguerra, J. (2017). Manual de psiquiatria infantil (7ª ed.). São Paulo: Masson.

 

Albuquerque, M., Monteiro, A.M. (2016). Ingestão de alimentos e adequação de nutrientes na infância. Revista de Nutrição.Campinas, v.12, n.1, pp.115-125.

 

Barbosa, V. L. P. (2015). Prevenção da obesidade na infância e adolescência. Rev. Nescon, pp. 111.

 

Carvalho, A. M. P. (2017). Autoconceito e imagem em crianças obesas. Rev. Brasileira de Saúde Materno Infantil. v. 4, n.3, pp. 263 -268.

 

Cordas, T. A., Claudino, A. M. (2016). Transtornos Alimentares: fundamentos históricos. Rev. Brasileira de Psiquiatria, v.24, p.24.

 

Fisberg, M., Oliveira, C. L. (2016). Crianças e adolescentes obesos: uma verdadeira epidemia. Arquivos brasileiros de endocrinologia e metabologia. vol. 68. p.16.

 

Godoy, A. S. (2016). Introdução à pesquisa qualitativa e suas possibilidades. RAE – Revista de Administração de Empresas. São Paulo, vol. 35, n. 2, pp. 21-29.

 

Grando, L. H. (2018). Família e transtornos alimentares: uma forma singular de estar no mundo. Dissertação (Doutorado) - Escola de enfermagem da USP, São Paulo. p.92.

 

Leão, L. C.(2016). Prevalência de Obesidade em escolares de Salvador. Arquivo Brasileiro de Endocrinologia e Metodologia.v.62, n.2, pp.154-159.

 

Minayo, M. C. de S. (2017). Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. Petrópolis: Editora Vozes.

 

Ramos, F. P.; Silva, L. A.; Reis, A. B. C. (2017). Educação alimentar e nutricional em escolares. Caderno de Saúde Pública.v.35, n.18, pp.1-15.

 

Sabia, R. V., Santos, J. E.; Ribeiro, R. P. P. (2017). Efeito da atividade física associada à orientação alimentar em adolescentes obesos: comparação entre exercício aeróbio e anaeróbio. Rev. Brás. Méd. Esporte.v.10, n.5, pp.32.

 

Santos, E. B. (2017). Antropometria e composição corporal em adolescentes. São Paulo: Masson.

 

Sawaya, A. L., Filgueiras, A. (2018). "Abra a Felicidade"? Implicações para o Vício Alimentar. Estudos Avançados. v.52, n.93, pp.1-27.

 

Scarsi, K. (2016). Estado nutricional e consumo alimentar. Criciúma: Ed. Rio de Janeiro.

 

Ziwiauer, R. D., Souza, S. B. (2015). Estado nutricional de crianças e adolescentes: risco de sobrepeso. Cadernos de Saúde Pública. v.17, n. 4, p. 67.


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