Volver a los detalles del artículo Evaluación antropométrica de escolares de educación primaria en una escuela privada en Manaus, AM, Brasil

Avaliação antropométrica de escolares do Ensino Básico 

de uma escola particular em Manaus, AM, Brasil

Anthropometric evaluation of elementary school students 

in a private school in Manaus, AM, Brazil

Evaluación antropométrica de escolares de educación primaria 

en una escuela privada en Manaus, AM, Brasil

 

Sandra Beltran-Pedreros*

beltranpedreros@hotmail.com

Glenda Gomes**

glendaccgomes@gmail.com

Paulo Alencar***

desporto@idanelson.com.br

 

*Licenciada em Educação Física pelo Centro Universitário Claretiano

Bacharel em Biologia Marinha pela Universidade Jorge Tadeo Lozano

Mestre em Ciências Biológicas pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia

Doutorado em Ciências Pesqueiras nos Trópicos pela Universidade Federal do Amazonas

**Licenciada em Educação Física pela Universidade Federal do Amazonas

Docente no Instituto Batista Ida Nelson

***Licenciado em Educação Física pela Universidade Federal do Amazonas

Coordenador da Educação Física e Desporto do Instituto Batista Ida Nelson

(Brasil)

 

Recepção: 14/05/2019 - Aceitação: 10/08/2019

1ª Revisão: 19/07/2019 - 2ª Revisão: 09/08/2019

 

Este trabalho está sob uma licença Creative Commons

Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional (CC BY-NC-ND 4.0)

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Resumo

    A Educação Física Escolar deve integrar, de forma crítica, as práticas do cotidiano com a adoção de um estilo de vida saudável nos alunos. Assim, o docente deve ensinar aos alunos fatores relacionados com a saúde e as bases da avaliação do estado nutricional. Nesse contexto, objetivou-se avaliar o estado nutricional dos escolares usando o índice de massa corporal (IMC), o índice de adiposidade corporal (IAC) e a relação cintura quadril (RCQ) de escolares do ensino básico de uma escola particular de Manaus, como recurso pedagógico para o ensino aprendizagem sobre o conhecimento do corpo pelos alunos, e como base para o desenvolvimento de um programa de promoção da saúde na escola. Durante as aulas de Educação Física foram mensuradas altura, massa corporal e circunferências de cintura e quadril; além de identificação do sexo e da idade; para posterior cálculo e análise estatística descritiva do IMC, do IAC, da RCQ e classificação do Estado Nutricional de 180 alunos com idades de 9 a 17 anos de ambos os sexos. O IMC revelou eutrofia em 60,5% dos escolares, sobrepeso em 20% e obesidade em 15%, já o IAC indicou 50% eutróficos; 23,9% com sobrepeso; e 25% obesos. Os resultados indicam prevalência de sobrepeso e de obesidade em especial em alunos do sexo masculino com 10 e 11 anos, que serviram de ponto de partida para a análise crítica dos alunos em relação aos seus hábitos de alimentação e atividade física.

    Unitermos: Estado nutricional. Índice de massa corporal. Índice de adiposidade corporal. Promoção da saúde. Educação Física escolar.

 

Abstract

    Physical School Education should critically integrate daily practices with the adoption of a healthy lifestyle in students. Thus, the teacher should teach the students health-related factors and the basis of the assessment of nutritional status. In this context, the objective of this article was to evaluate the nutritional status of the students using the body mass index (BMI), the body adiposity index (BAI) and the waist-to-hip ratio (WHR) of elementary school students of a private school in Manaus, as a pedagogical resource for teaching learning about the knowledge of the body by students, and as a basis for the development of a school health promotion program. During Physical Education classes, height, body mass, and waist and hip circumferences were measured; besides identification of sex and age; for further calculation and descriptive statistical analysis of BMI, IAC, WHR and Nutritional Status classification of 180 students aged 9 to 17 years of both sexes. BMI revealed eutrophy in 60.5% of schoolchildren, overweight in 20% and obesity in 15%, while the IAC indicated 50% eutrophic; 23.9% overweight; and 25% obese. The results indicate the prevalence of overweight and obesity, especially in 10- and 11-year-old male students, who served as a starting point for the critical analysis of students regarding their eating habits and physical activity.

    Keywords: Nutritional status. Body mass index. Body adiposity index. Health promotion. School Physical Education.

 

Resumen

    La Educación Física escolar debe integrar críticamente las prácticas cotidianas con la adopción de un estilo de vida saludable en los estudiantes. Por lo tanto, el maestro debe enseñar a los estudiantes los factores relacionados con la salud y la base de la evaluación del estado nutricional. En este contexto, el objetivo fue evaluar el estado nutricional de los estudiantes utilizando el índice de masa corporal (IMC), el índice de adiposidad corporal (IAC) y la relación cintura-cadera (RCC) de estudiantes de primaria de una escuela privada en Manaus, Brasil, como un recurso pedagógico para enseñar a los estudiantes a aprender sobre el conocimiento del cuerpo y como base para el desarrollo de un programa de promoción de la salud en la escuela. Durante las clases de Educación Física se midieron la altura, la masa corporal y las circunferencias de cintura y cadera; además de identificación de género y edad; para un cálculo adicional y un análisis estadístico descriptivo del IMC, IAC, RCC y la clasificación del estado nutricional de 180 estudiantes de 9 a 17 años de ambos sexos. El IMC reveló eutrofia en el 60.5% de los estudiantes, sobrepeso en el 20% y obesidad en el 15%, mientras que el IAC indicó 50% eutrófico; 23,9% de sobrepeso; y el 25% obeso. Los resultados indican la prevalencia de sobrepeso y obesidad, especialmente entre los estudiantes varones de 10 y 11 años, que sirvió como punto de partida para el análisis crítico de los estudiantes con respecto a sus hábitos alimenticios y actividad física.

    Palabras clave: Estado nutricional. Indice de Masa Corporal. Índice de adiposidad corporal. Promoción de la salud. Educación Física escolar.

 

Lecturas: Educación Física y Deportes, Vol. 24, Núm. 255, Ago. (2019)


 

Introdução

 

    A Base Nacional Comum Curricular (Brasil, 2018) enfatiza a importância de a Educação Física Escolar oportunizar aos alunos o conhecimento e cuidado do corpo, a adoção de hábitos saudáveis e o entendimento social das práticas corporais. Para tanto, programas de governo para acompanhar a saúde e desenvolvimento de escolares tornou praxe o registro da antropometria (altura e peso principalmente) nas escolas.

 

    Embora o compromisso da Educação Física Escolar como formadora de indivíduos críticos sobre a cultura corporal é inquestionável, a prática pedagógica de muitos professores fica aquém desse propósito, deixando-a reduzida ao ensino e prática de esportes, como já foi descrito por Bracht (2000) e Gueriero e Araújo (2004). Porém, em uma abordagem crítico superadora a Educação Física Escolar deve ser diagnóstica, na medida que deve ler a realidade, interpretá-la e sugerir uma solução para os problemas identificados; o que exige um docente dialógico, mediador, que coloque o escolar em confronto entre o conhecimento do senso comum e o conhecimento científico. (Soares et al., 1992; Leite & Bezerra, 2014)

 

    O estado nutricional dos escolares no Brasil tem-se revelado preocupante, como o indicam os resultados da Pesquisa de Orçamentos Familiares de 2008 e 2009 (IBGE, 2010), onde 33% das crianças de 5 a 9 anos de idade estavam acima do peso e14,3% destas eram obesas. Estes resultados deram início ao acompanhamento da realidade nutricional de escolares mediante a Pesquisa Nacional de Saúde Escolar coordenada pelo IBGE, cujos resultados revelaram 3,1% de prevalência de baixo peso em escolares de 13 a 17 anos, 23,7% de excesso de peso e destes 8,3% dos meninos e 7,3% das meninas estavam obesos (IBGE, 2016). A mesma pesquisa apontou como causas a falta de hábitos saudáveis, como prática de atividade física regular (60,8% dos adolescentes era insuficientemente ativos e 4,8% inativa) e nutrição adequada.

 

    A prática regular de atividade física desde a infância está associada a benefícios físicos e psicológicos a curto e longo prazo; e esses hábitos podem e devem ser desenvolvidos nas aulas de Educação Física, porém, há evidencias da baixa participação ativa dos alunos, e aumento na ocorrência daqueles que não frequentam as aulas regularmente. (Hallal, Victora, Azevedo & Wells, 2006, Hallal, Knuth, Cruz, Mendes & Malta, 2010, Kremer, Reichert & Hallal, 2012, Melo, 2013, Pizani, Barbosa-Rinaldi, Miranda & Vieira, 2016)

 

    Nesse panorama aumenta a importância de contextualizar mais as aulas de Educação Física com a saúde e o componente social das práticas corporais; e uma ferramenta para despertar o interesse dos escolares é usar a avaliação da antropometria para uma análise participativa. Os professores de Educação Física devem analisar esses dados detalhadamente, caracterizar o estado nutricional dos escolares e associar os resultados com a prática da disciplina: aptidão física, autoimagem, uso de drogas etc.; como descrito por Brandão (2005) que reconhece que o registro da antropometria é a oportunidade de abordar temas como saúde; importância da prática de atividade física; mídia e o processo de criação de estereótipos; alimentação; esporte; respeito às diferenças; sexualidade, entre outros.

 

    Sobre isso, Shigunov e Shigunov (2002), Brandão (2005), Moreira & Candau (2008) e Darido (2012) destacam que a Educação Física Escolar tem-se caracterizado mais pela prática de exercícios físicos ou esportes, sem planejamento educacional e objetivos estruturados para a prática continuada das atividades físico-motoras, sem metodologia bem fundamentada ou avaliação criteriosa nem modernização dos conteúdos; que levem à compreensão da cultura corporal. A interação biofisiológica e sociocultural deve ser privilegiada na ação educativa da Educação Física Escolar, já que o ter e o poder corporal não podem predominar sobre o ser-corpo que pensa, sente e se comunica, por isso, o professor deve oportunizar a compreensão das manifestações da cultura corporal como elemento importante para o desenvolvimento integral do indivíduo. (Castellani, 1988, Neves, Lima, Melo & Pedrosa, 2015)

 

    E nesse sentido como a antropometria é um recurso de fácil uso pelo professor de Educação Física para relacionar o estado nutricional dos escolares com diferentes elementos da cultura corporal, a mensuração de variáveis como altura, massa corporal, perímetros da cintura e do quadril e sua análise para o cálculo de índices que permitam entender o estado nutricional são importantes e devem ser assumidos como atividade corriqueira nas aulas, permitindo, ainda, a interdisciplinaridade da Educação Física.

 

    No contexto a pesquisa objetivou avaliar o estado nutricional mediante os indicadores índice de massa corporal (IMC), índice de adiposidade corporal (IAC) e relação cintura quadril (RCQ), de escolares do ensino básico de uma escola particular de Manaus, para oportunizará discussão com eles sobre o conhecimento do corpo e da cultura corporal.

 

Metodologia

 

    A pesquisa descritiva quantitativa foi desenvolvida em uma escola particular do ensino básico da cidade de Manaus (AM) em fevereiro de 2019. Os dados foram coletados como parte das atividades das aulas de Educação Física, pelos professores-autores na quadra poliesportiva, durante o tempo de aula de cada uma das turmas, dedicando um ou dois tempos para o processo; como parte do programa interdisciplinar de saúde escolar da escola.

 

    As diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos (Resolução 466/12); indicam no item II.14 que pesquisa que, individual ou coletivamente, tenha como participante o ser humano, em sua totalidade ou partes dele, e o envolva de forma direta ou indireta, incluindo o manejo de seus dados, informações ou materiais biológicos; deve ser submetida ao Comitê de Ética em Pesquisa (CEP), porém, também esclarece que não se enquadram as pesquisas que tenham como objetivo apenas o monitoramento de um serviço, para fins de sua melhoria ou implementação, que não visam obter um conhecimento generalizável, mas apenas um conhecimento que poderá ser utilizado por aquele serviço ao qual se destina (Brasil, 2013). Considerando que a escola é uma instituição que presta um serviço, ensinar os escolares, e que dentro das atividades de rotina da disciplina de Educação Física devem ser realizados processos didáticos como a mensuração antropométrica e a avaliação dos alunos em seus diferentes conteúdos; para obter um conhecimento geral dos alunos e assim o professor realizar um melhor planejamento das suas aulas; esta pesquisa não foi submetida ao CEP.

 

    Coletaram-se dados de sexo, idade, ano escolar, altura, massa corporal e perímetros da cintura e do quadril. Para mensurar massa corporal foi usada balança digital Oxer Body até 180kg, para a altura foi fixada na parede uma fita métrica com graduação em milímetros, e para os perímetros de cintura e quadril usada trena antropométrica; assim como seguida a rotina de Duarte (2007): Altura - escolares de costas para a parede, descalços, com os braços estendidos ao longo do corpo, calcanhares unidos, sem adornos na cabeça e olhando para frente; a medida foi verificada com régua em ângulo reto usada como haste horizontal e colocada no ponto mais alto da cabeça. Massa corporal - mensurada em balança digital aferida, os escolares com mínimo de roupas possível, colocados em pé e com os braços estendidos ao longo do corpo, com os pés unidos no centro da balança. A perimetria de cintura e quadril foi feita com trena flexível, com o avaliador de frente para o aluno: no nível médio entre as últimas costelas e a crista ilíaca para o perímetro da cintura e no nível de maior protuberância posterior dos glúteos para o perímetro do quadril. (Guedes, 2003)

 

    Para a caracterização nutricional foram calculados e analisados três descritores: índice de massa corporal (IMC), índice de adiposidade corporal (IAC) e relação cintura quadril (RCQ), Já que o IMC apresenta limitações para quantificar a gordura corporal, pois não separa a gordura da massa magra, assim indivíduos com alto percentual de massa magra podem ser classificados como obesos erroneamente; a obesidade é mais bem definida como o excesso de gordura corporal do IAC e não somente como o excesso de peso. (Jucá, 2013; Espires, Martins, Salado & Carvalho, 2013)

 

    Índice de Massa Corporal (IMC): A relação da massa corporal em função da altura segundo a equação IMC= Massa Corporal (kg)/Altura2 (m) é um bom descritor do estado nutricional, ainda que duvidoso no caso de atletas com massa muscular mais desenvolvida. Os valores de IMC foram interpretados para sexo e idade expresso em escore z em relação à distribuição de referência (Onis et al., 2007), do Sistema de Vigilância Alimentar Nutricional da Secretaria de Atenção à Saúde. (Brasil, 2011)

 

    Índice de Adiposidade Corporal (IAC): estima o percentual de gordura pela equação: IAC= [Circunferência do Quadril/(altura x √altura)] - 18, considerando os pontos de cortes: Mulheres: normal com 21 a 32 pontos de gordura; acima do peso com 33 a 38 pontos; e obesidade acima de 38 pontos. Homens: normal com 8 a 20 pontos; acima do peso com 21 a 25; e obesidade com mais de 25 pontos (Bergman et al., 2011). Ainda que estes valores de referência são para adultos, pesquisas indicam que se aplicam bem em crianças e adolescentes. (Leite, Funez, Lara, Pacheco & Binotto, 2009, Frignani et al., 2015, Silva, Nascimento, Silva & Pagani, 2015, Konrad & Fachineto, 2018)

 

    Relação Cintura-Quadril (RCQ): O quociente entre perímetro da cintura (PC) (perímetro abdominal) e perímetro do quadril (PQ): RCQ= PC/PQ é uma medida usada para determinar obesidade, porem perde eficiência nos casos de perda de peso e diminuição da medida do quadril, ainda assim a OMS o recomenda como critério para identificar a síndrome metabólica, com valores de corte de 0,90 para homens e 0,85 para mulheres. A esse respeito a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (2009) indica que o PC reflete melhor o conteúdo de gordura visceral que a RCQ, entretanto, o PC difere segundo a idade e a etnia; nesse caso associar RCQ com o IMC oferece uma avaliação mais adequada.

 

    Valores de frequências (absoluta e relativa), média e desvio-padrão assim como as correlações das variáveis e descritores foram calculados para a amostra por sexo e idade no programa computacional Excel, usando estatística descritiva.Foram avaliados 180 alunos de 9 a 17 anos (85 meninas e 95 meninos) do 5° ano do ensino fundamental ao 3° ano do ensino médio. As médias e desvios de cada variável (Tabela 1) indicam maior variabilidade na composição corporal dos escolares homens, em especial no que tange dos dados de massa corporal e os perímetros abdominal de quadril.

 

Tabela 1. Frequência (n) e média ± desvio da altura (A), massa corporal (P), 

perímetro da cintura (PC) e do quadril (PQ) de escolares de uma escola particular de Manaus, AM, Brasil

Idade

n

A (m)

P (kg)

PC (cm)

PQ (cm)

Feminino

9

2

1,38 ± 0,06

33,1 ± 9,5

57,5 ± 3,5

72,3 ± 3,2

10

13

1,47 ± 0,06

43,1 ± 13,8

69,8 ± 11,9

85,4 ± 14,7

11

11

1,52 ± 0,05

49,5 ± 11,8

76,3 ± 9,7

93,4 ± 10,3

12

12

1,58 ± 0,08

51,5 ± 13,1

71,9 ± 11,0

93,7 ± 10,6

13

15

1,59 ± 0,05

55,8 ± 11,0

78,6 ± 10,7

97,2 ± 8,4

14

12

1,60 ± 0,04

53,1 ± 8,8

73,0 ± 10,0

95,6 ± 7,9

15

11

1,64 ± 0,06

67,9 ± 15,4

81,6 ± 13,0

101,3 ± 9,2

16

9

1,62 ± 0,06

61,5 ± 12,9

76,2 ± 10,0

97,9 ± 9,5

Masculino

10

11

1,50 ± 0,07

46,9 ± 19,5

76,2 ± 16,1

85,2 ± 14,2

11

9

1,50 ± 0,07

56,6 ± 11,6

89,2 ± 12,3

97,4 ± 10,7

12

20

1,57 ± 0,08

49,3 ± 9,7

76,1 ± 10,7

90,1 ± 7,3

13

17

1,66 ± 0,07

56,1 ± 14,6

75,5 ± 13,2

93,2 ± 9,6

14

14

1,72 ± 0,08

64,2 ± 12,9

79,2 ± 10,5

96,8 ± 9,7

15

12

1,74 ± 0,05

62,9 ± 11,6

76,5 ± 9,9

94,0 ± 6,6

16

6

1,70 ± 0,04

62,7 ± 19,6

77,2 ± 15,5

95,9 ± 12,3

17

6

1,74 ± 0,03

75,7 ± 31,7

84,5 ± 20,9

100,1 ± 18,2

Fonte: Os autores

 

Resultados e discussão

 

Índice de Massa Corporal (IMC)

 

    Os valores de IMC (Tabela 2) das alunas de 15 anos e dos alunos de 11 foram os maiores dentre de cada grupo (24,72 e 25,19, respetivamente) revelando uma perigosa tendência ao sobrepeso e obesidade, ainda que o desvio padrão das alunas foi o segundo maior (5,07) e o dos alunos foi o terceiro menor (4,43), indicando que nos homens dessa faixa etária são de um grupo com condição de obesidade mais comum, sinal de uma infância com hábitos pouco saudáveis.

 

Tabela 2. Média ± desvio do índice de massa corporal (IMC) 

dos escolares de uma escola particular de Manaus, AM, Brasil

Idade

Feminino

Masculino

9

15,34 ± 0,47

 

10

19,49 ± 6,24

20,08 ± 5,73

11

22,35 ± 4,21

25,19 ± 4,43

12

21,68 ± 3,95

20,61 ± 3,16

13

22,48 ± 3,82

20,73 ± 4,79

14

21,30 ± 2,93

22,08 ± 5,21

15

24,72 ± 5,07

20,57 ± 3,94

16

23,25 ± 4,18

22,85 ± 5,69

17

 

24,78 ± 9,90

Fonte: Os autores

 

    Com base no IMC os escolares foram classificados em categorias de estado nutricional (Tabela 3) e 63,53% das alunas e 57,89% dos alunos estavam em condição nutricional eutrófica, porém mais de 34% das alunas e 35% dos alunos está acima do peso ideal, e a prevalência da obesidade foi12, 94% para as alunas e 16,84% para os alunos. Estes resultados foram maiores aos descritos na Pesquisa Nacional de Saúde Escolar em 2015 (IBGE, 2016), onde 8,3% dos meninos e 7,3% das meninas eram classificados como obesos.

 

Índice de Adiposidade Corporal (IAC)

 

    Estudos como os de López et al. (2012), Godoy-Matos, Moreira, Valerio, Mory e Moises (2012), García, Niño-Silva, González-Ruíz e Ramírez Vélez (2015) e Segheto et al. (2018) verificam a capacidade preditora do IAC de alterações metabólicas, e para estimar o percentual de gordura corporal, em adultos e adolescentes. Os resultados dos escolares objetos desta pesquisa revelaram diferenças na prevalência para os estados nutricionais (Tabela 4): a prevalência de todos os estados nutricionais nos escolares do sexo feminino foi mais próxima às descritas na Pesquisa Nacional de Saúde Escolar (IBGE, 2016); mas nos escolares do sexo masculino foram menos eutróficos e quase o dobro com sobrepeso e obesidade. Os resultados indicaram mais de 74% dos meninos com alto risco de desenvolver a síndrome metabólica.

 

Tabela 3. Frequência absoluta e relativa (n/%) e média ± desvio do índice de massa corporal (IMC) 

segundo o estado nutricional dos escolares de uma escola particular de Manaus, AM, Brasil

Estado Nutricional

Feminino

Masculino

n/%

IMC

n/%

IMC

Baixo Peso

2/2,35

13,23 ± 0,64

6/6,32

15,46 ± 0,55

Eutrófico

54/63,53

19,49 ± 2,39

55/57,89

19,04 ± 2,02

Sobrepeso

18/21,18

25,40 ± 1,70

18/18,95

23,82 ± 1,97

Obeso

11/12,94

29,81 ± 2,55

16/16,84

30,32 ± 4,47

Fonte: Os autores

 

Tabela 4. Frequência absoluta e relativa (n/%) e média ± desvio do índice de adiposidade corporal (IAC) 

segundo o estado nutricional dos escolares de uma escola particular de Manaus, AM, Brasil

Estado Nutricional

Feminino

Masculino

n/%

IAC

n/%

IAC

Baixo Peso

2/2,35

19,02 ± 0,26

 

 

Eutrófico

66/77,65

27,29 ± 2,90

24/25,26

19,61 ± 0,68

Sobrepeso

13/15,29

34,41 ± 0,83

30/31,58

22,91 ± 1,17

Obeso

4/4,71

41,58 ± 2,41

41/43,16

29,53 ± 3,81

Fonte: Os autores

 

Relação Cintura-Quadril (RCQ) e IAC

 

    A RCQ foi usada para auxiliar os escolares no entendimento da relação entre estas medidas e as concentrações de massa gorda no corpo. Os resultados indicaram que somente 13 (15,29%) das alunas e 21 (22,10%) dos alunos possuem baixo risco, já o risco moderado foi evidenciado em 18 (21,17%) das alunas e 26 (27,36%) dos alunos; e o alto risco de doenças metabólicas e cardiovasculares foi identificado em 54 (63,52%) das alunas e 48 (50,52%) dos alunos.

 

    Comparando as frequências de risco segundo a RCQ com a classificação do IAC (Tabela 5) indicam que o risco de síndrome metabólica está presente desde os alunos com baixo peso, que no caso da amostra corresponde a duas meninas de 10 anos que possuem estrutura anatômica bem desenvolvida, em especial no quadril e que já entraram na puberdade. Ainda no caso das meninas, das 66 classificadas como eutróficas ou normais pelo IAC, 18 (27,27%) possuem risco moderado segundo a RCQ, e 36 (54,54%) como alto risco. Os homens tiveram distribuições mais dispersas, dos classificados como eutróficos (n=24), 10 (41,67%) apresentam risco moderado segundo a RCQ e 7 (29,17%) como alto risco. Enquanto para 14 meninos avaliados pela RCQ como de baixo risco, com o IAC foram avaliados como com sobrepeso (n=8) e obesos (n=6).

 

Tabela 5. Frequência segundo a relação cintura-quadril (RCQ) e o índice de adiposidade 

corporal (IAC) para escolares de uma escola particular de Manaus, AM, Brasil

IAC

RCQ – Feminino

RCQ – Masculino

Baixo

Risco

Risco

Moderado

Alto

Risco

Baixo

Risco

Risco

Moderado

Alto

Risco

Baixo Peso

 

 

2

 

 

 

Eutrófico

12

18

36

7

10

7

Sobrepeso

1

 

12

8

10

12

Obeso

 

 

4

6

6

29

Fonte: Os autores

 

    Já as correlações entre o perímetro da cintura (PC) e o Índice de Adiposidade Corporal (IAC), entre PC e o Índice de Massa Corporal (IMC), e entre IMC e IAC (Tabela 6), foram moderadas (entre 0,40 a 0,69), fortes (entre 0,70 a 0,89) a muito fortes (0,90 a 1,00) segundo os valores de classificação de correlação de Barbetta (2006). Quando analisadas as correlações da totalidade da amostra, somente a relação entre PC e o IAC foi moderada, as outras foram fortes; mas avaliando por sexo, todas as relações foram fortes nas meninas; e nos meninos a relação PC e IMC foi muito forte.

 

Tabela 6. Correlações entre perímetro da cintura (PC), índice de massa corporal (IMC) e índice 

de adiposidade corporal (IAC) de escolares de uma escola particular de Manaus, AM, Brasil

 

Feminino

Masculino

Total

PC vs IMC

0,88

0,92

0,89

IMC vs IAC

0,85

0,84

0,79

PC vs IAC

0,76

0,77

0,65

Fonte: Os autores

 

    Os resultados revelaram maior associação entre PC com o IMC que com o IAC, em concordância com os resultados encontrados por Konrad e Fachineto (2018) em escolares de São Miguel do Oeste (SC). Da mesma forma que a pesquisa de Frignani et al. (2015), realizada com alunos de escolas públicas e particulares de São Paulo, encontrou associação moderada (r= 0,67) nos meninos e forte (r= 0,80) nas meninas entre o IAC com o IMC. As correlações na amostra desta pesquisa foram maiores que nas duas pesquisas citadas.

 

    A avaliação antropométrica é uma ferramenta muito prática para explicar aos escolares seu Estado Nutricional e como a composição da massa corporal permite fazer predição da condição metabólica. Ainda assim, é comum que os escolares usem o parâmetro mais divulgado que é o Índice de Massa Corporal (IMC) e usam calculadoras de sites que vendem produtos que pregoam perdas de peso “milagrosas”. Este comportamento termina levando os escolares a se comparar com adultos, quando na realidade é necessário para a classificação do estado nutricional, verificar o escore z por altura e idade e sexo.

 

    Na pesquisa foram ensinadas quatro (04) variáveis de fácil mensuração: altura, massa corporal, perímetro da cintura e do quadril, para calcular indicadores que permitem entender o estado nutricional e o risco de doenças como a síndrome metabólica; e por sua vez verificar as causas dessa condição e as alternativas para melhorar a saúde. Para os escolares foi interessante entender que o mesmo indivíduo pode ter classificações diferentes por cada índice e que eles, como membros de um grupo, são representantes de uma população com características similares, mas que isso não significa que a população brasileira tenha o mesmo comportamento.

 

    Para demonstrar isso foi apresentado para os alunos uma comparação entre a prevalência média de excesso de peso (34,96%) calculada com o IMC para ambos os sexos, com outras pesquisas realizadas com escolares como as de Machado et al. (2011) em Santa Catarina e de Modotti, Rodrigues e Ludwig (2017) em Assis (SP) onde a prevalência era similar à calculada na escola de Manaus; e com as Pedraza, Silva, Melo, Araújo e Sousa (2017) em Campina Grande (PB), de Carvalho, Carneiro, Reis e Pinho (2014) em Carinhanha (BA) e de Cabral e Pereira (2014) em Campus do Paraíso (TO) que calcularam prevalência de excesso de peso menores (21,5%, 13,4% e 10% respectivamente), às calculadas na escola de Manaus.Os resultados do índice de adiposidade corporal (IAC), também foram discutidos com os escolares, no intuito de facilitar o entendimento sobre a relação entre a massa gorda e o risco com doenças cardiovasculares e metabólicas.

 

    Quando discutidas as causas desses indicadores, os alunos não duvidaram em reconhecer entre essas causas: os hábitos alimentares errados, em especial na merenda escolar por ser altamente calórica; e o sedentarismo ou a baixa frequência e intensidade da atividade física realizada. Todos manifestaram sua preocupação com as doenças cardiovasculares e mais ainda porque entre os escolares mais de 15% (n=27) declararam ter pais com problemas cardíacos e 65% (n=117) com problemas de excesso de peso.

 

Conclusão

 

    Nutricionalmente a maioria dos escolares desta instituição estava eutrófica, como indicado tanto pelo IMC quanto pelo IAC (60,5% ou 50% respectivamente), porém, percentuais preocupantes foram os de escolares com sobrepeso (20% ou 23,9% respectivamente) e obesos (15% ou 25% respectivamente); e a tendência ao aumento da prevalência do excesso de peso desde a infância – início da puberdade, em especial nos escolares do sexo masculino. Adicionalmente, a relação cintura quadril revelou alto risco de doenças metabólicas e cardiovasculares em 63,5% das alunas e 50,5% dos alunos.

 

    É necessário incorporar na rotina das aulas de Educação Física a mensuração e análise das variáveis antropométricas em conjunto com os escolares, já que isso auxilia no processo de ensino aprendizagem de conceitos como estado nutricional, promoção da saúde, atividade física, exercício físico, aptidão física e condicionamento físico; assim como a relação da disciplina Educação Física com o desenvolvimento crítico de hábitos de saúde adequados.

 

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Lecturas: Educación Física y Deportes, Vol. 24, Núm. 255, Ago. (2019)

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