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Mídia e Educação Física: uma leitura com estudantes do ensino médio

The media and Physical Education: a reading with high school students

Medios de comunicación y Educación Física: una lectura con estudiantes de Escuela Media

 

Aline de Souza Caramês*

aline.geralda@gmail.com

Myllena Camargo de Oliveira**

myllenacamargo22@gmail.com

 

*Mestra em Educação Física pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)

Professora do Departamento de Metodologia do Ensino (MEN) da UFSM

**Professora de Educação Física. Mestranda em Educação Física

do Programa de Pós-graduação em Educação Física

da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)

(Brasil)

 

Recepção: 15/11/2018 - Aceitação: 30/04/2019

1ª Revisão: 17/03//2019 - 2ª Revisão: 14/04/2019

 

Este trabalho está sob uma licença Creative Commons

Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional (CC BY-NC-ND 4.0)

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Resumo

    Considerando a necessidade dos/as estudantes de ensino médio refletir sobre educação física e mídia, despontou o seguinte problema de pesquisa: que concepções os/as alunos/as do Ensino Médio possuem sobre as possibilidades de relação entre Educação Física e mídia? Nesse sentido, essa investigação tem por objetivo analisar a concepção de alunos/as do Ensino Médio sobre as possibilidades de relação entre Educação Física e mídia. A pesquisa caracteriza-se como qualitativa do tipo exploratória, sendo desenvolvida em uma escola pública de Santa Maria (RS) a partir de um questionário sobre educação física, mídia e suas relações, respondido por 15 alunos/as que cursam o Ensino Médio. Para análise dos dados, utilizamos análise de conteúdo. Os resultados apontam diferentes concepções acerca da mídia e educação física, bem como concepções enviesadas em torno da temática. Concluímos que há a necessidade de trabalhar com tais questões, devido aos resultados da pesquisa, e também por entender que a mídia é um meio para desenvolver a reflexão crítica dos/as alunos/as.

    Unitermos: Mídia. Educação Física. Educação. Ensino médio.

 

Abstract

    Considering the necessity of high school students to reflect about physical education and the media, the following research problem raised: which conceptions do high school students have concerning to the possibilities of relation between Physical Education and the media? Thus, we aim to analyze the conception of high school students about the possibilities of relation between Physical Education and the media. The current research is characterized as qualitative of the exploratory type, occurred in a public high school of Santa Maria (RS) from a questionnaire about physical education, media and their relations, the questionnaire answered by 15 students who attend high school. For the data analysis, a content analysis was used. The results bring up different conceptions about the media and physical education, as well as skewed conceptions around the theme. We conclude that there is a necessity to work with such issues, due to the results of the research, and also to comprehend that the media is a means to develop the critical reflection of the students.

    Keywords: Media. Physical Education. Education. High school.

 

Resumen

    Considerando la necesidad de los estudiantes del bachillerado de reflexionar acerca de la educación y medios de comunicación surgió el siguiente problema de investigación: ¿Qué concepciones poseen los alumnos de la Escuela Media acerca de las posibilidades de relacionar la Educación Física y los medios de comunicación? En este sentido, tuvimos como objetivo analizar la concepción de alumnos de la Escuela Media acerca de las posibilidades de relación entre Educación Física y medios de comunicación. La investigación se caracterizó como cualitativa tipo exploratoria, siendo desarrollada en una escuela pública de Santa María (RS) a partir de un cuestionario sobre educación física, medios de comunicación y sus relaciones, que fue respondido por 15 alumnos de bachillerado. Para el análisis de los datos utilizamos el análisis de contenido. Los hallazgos de la investigación apuntan a diferentes concepciones acerca de los medios de comunicación y educación física, así como nociones imprecisas acerca de la temática. Concluimos que es necesario trabajar dichas cuestiones considerando los resultados de la investigación y también comprender que los medios de comunicación son un recurso para desarrollar la reflexión crítica en los alumnos.

    Palabras clave: Medios de comunicación. Educación Física. Educación. Escuela media.

 

Lecturas: Educación Física y Deportes, Vol. 24, Núm. 252, May. (2019)


 

Introdução

 

    De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs (Brasil, 2000) o Ensino Médio corresponde a um ciclo de aprofundamento da sistematização do conhecimento, o qual o/a aluno/a compreende a existência de propriedades comuns e lida com regularidades científicas.

 

    Nesse sentido, entendemos que há necessidade do/a aluno aprender diferentes temas de acordo com a sua realidade. Um deles é a mídia, visto que influencia e interpela fortemente os sujeitos na sociedade contemporânea. Para Pires (2002) a mídia cada vez mais conquista espaço na construção de saberes/fazeres da cultura de movimento e esportiva, o que nos mostra a importância da inclusão da mídia como um instrumento didático nas aulas, especificamente, de Educação Física.

 

    Tendo como base as referências teóricas citadas e a nossa vivência no meio escolar, entendemos que a mídia está contextualizada com a realidade dos/as nossos/as alunos/as e que, imagens, sons e informações influenciam a maneira como os/as estudantes interpretam a realidade e formam suas representações frente aos temas apresentados. Desta forma, destacamos a necessidade de a escola refletir sobre estas questões e criar estratégias didáticas para usufruir desse aparato. A importância dessa ideia foi despontada do tema gerador de uma aula de Educação Física com o Ensino Médio: Esportes e Mídia. A partir dessas considerações, emergiu o seguinte problema de pesquisa: que concepções os/as alunos/as do Ensino Médio possuem sobre as possibilidades de relação entre Educação Física e mídia?

 

    A compreensão dessa questão nos auxilia a entender e formar uma base sobre a noção dos/as estudantes acerca de seu conhecimento sobre mídia e a sua relação com a Educação Física. A partir do colhimento dos dados é possível a sistematização de nosso conteúdo para que cumpra as necessidades da didática sobre o assunto referido. O trabalho também serve como processo de sondagem e diagnóstico para a inserção do desenvolvimento do tema ao longo do trimestre escolar, para que possamos entender o nível de proximidade dos/as alunos/as com os conteúdos que desenvolvemos.

 

    Nesse sentido, essa investigação tem por objetivo analisar a concepção de alunos/as do Ensino Médio sobre as possibilidades de relação entre Educação Física e mídia.

 

Metodologia

 

    A pesquisa caracteriza-se como qualitativa exploratória. Segundo Severino (2007), esse tipo de pesquisa busca apenas levantar informações sobre um determinado objeto que acaba delimitando o campo de trabalho e mapeia as condições de manifesto desse objeto.

 

    Realizamos um questionário respondido por 15 alunos/as que cursam o Ensino Médio de uma escola pública na rede estadual da cidade de Santa Maria (RS). A amostra selecionada é do tipo não probabilística por conveniência, visto que escolhemos os/as estudantes os/as quais tivemos acesso, assegurando a representação de um grupo amostral qualitativo (Prodanov; Freitas, 2013).

 

    As perguntas envolveram conceitos sobre Educação Física, mídia e a relação que esses dois temas podem ter de acordo com a visão dos/as alunos/as, visto que o tema “A mídia em nossas vidas” foi um trabalho interdisciplinar realizado na escola com o Ensino Médio.

 

    Optamos pela realização do estudo com estudantes do 3º ano do Ensino Médio, pois percebemos que esse nível de ensino necessita realizar questionamentos acerca das influências midiáticas, pois é nessa fase que os/as jovens intensificam o uso de informações por meio de celulares como forma de incorporar valores sociais, pertencendo a um grupo e afirmando sua identidade (Verza, 2009).

 

    A interpretação das informações coletadas pelo questionário foi realizada por meio da análise de conteúdo que, definida por Bardin (2008), refere-se a um complexo de técnicas para análise das comunicações entre a emissão de um sujeito enquanto há outro receptor. A partir de estratégias sistemáticas e objetivas, busca-se a inferência de dados quantitativos e/ou qualitativos,o qual é realizado em três etapas: pré-análise, exploração do material e tratamentos dos resultados.

 

Resultados e discussões

 

    O estudo está centrado na classificação de Wolf (2001), o qual entendemos as relações das teorias da comunicação em um viés que se aproxima da “Teoria Culturalista” visto que, investigamos a contribuição da mídia na cultura de massa com práticas, significados e valores que são culturalmente compartilhados.

 

    Dos 15 questionários, observamos que 8 alunos/as não conseguiram formular um conceito sobre mídia e nem sobre a relação que esta pode ter com a Educação Física, respondendo com a expressão “Não sei”. A partir das considerações dessas respostas, consideramos como importante para que um planejamento das ações na escola parta de princípios básicos sobre a mídia.

 

    Nos 7 alunos/as que conseguiram elaborar respostas variadas, encontramos semelhanças conceituais e algumas fragilidades em suas respostas. Quando questionados/as sobre o que era mídia, os termos “meios de divulgação” e “meios de comunicação” foram frequentes. Chaves et al. (2015) nos mostra que a possibilidade de a explosão de informações midiáticas gerar compreensões acríticas e limitadas, levando os/as jovens a um discurso com valores e conhecimentos descontextualizados e reducionistas.

 

    Ao serem questionados/as sobre exemplos de meios de comunicação, pontuaram televisão, jornais e revistas. Rádio não foi citado. Segundo Silveira (2002) para entender o impacto social das redes de comunicações se superarmos a ideia de que os meios de comunicação servem para transmitir informações entre indivíduos, cuja relação permanece inalterada. Ainda destaca que devemos procurar entender como a utilização dos meios de comunicação tem implicado na criação de novas formas de interação e relacionamento, lembrando o surgimento de redes sociais.

 

    A manipulação da mídia também foi ressaltada por um aluno, o qual conceituou mídia como: “Algo que manipula os fatos, mas que pode ser útil”. Essa é uma interpretação feita que nos remete a formação de juízo de valores que a mídia passa, que muitas vezes muda os conceitos e entendimentos dos/as espectadores. Santos Junior (2014) aponta em seu estudo que mesmo sem o conhecimento real do fato, por meio de pré-julgamentos, a mídia nos leva a um juízo de valores antecipado. Além disso, o autor destaca que a mídia é cada vez mais atuante no cotidiano das pessoas e que é necessária uma leitura crítica das mesmas para amenizar suas complexidades. Com base nisso, crianças e jovens poderão formar seus próprios juízos de valor, sem que fiquem somente recebendo e absorvendo notícias ou informações passadas pela mídia. E assim, de modo crítico formem opiniões.

 

    E ainda, de acordo com Tonetti e Pires (2009) pela grande capacidade de difusão e abrangência que a mídia constitui, vem ser um importante vetor na formação de valores, assim como, educação, promoção da liberdade, cooperação, solidariedade, ética, entre outros.

 

    Ademais, houve outros relatos que a mídia pode ser usada como forma de manipulação, a qual o/a espectador/a se sente influenciado pelo conhecimento que a mídia está fornecendo. Este conceito não é tão recente, já que por meio de experiências anteriores, fomos capazes de perceber que a mídia já foi criticada desta forma, porém, com sua enorme potência no mundo atual, tais casos não foram suficientes para manchar sua imagem, já que também não é uma totalidade. Entendem que o papel da mídia é ser voltada apenas para informação, sem a distorção dos fatos. Esta com certeza é uma boa fonte de discussão, onde pode ser trabalhado o ponto de vista do/a aluno/a respeito desse assunto.

 

    Os/As alunos/as vêem a mídia como forma de divulgação através de propagandas principalmente na televisão, principal fonte de informação dos/as alunos/as que já percebem o grande número de propagandas e comerciais para divulgação de produtos. E, dentro desses a grande presença de pessoas famosas, principalmente de atletas e jogadores de futebol que divulgam eventos e produtos.

 

    Corroborando com esses pontos citados, e que traz um aprofundamento no conceito de mídia, Pires (2002) nos aponta que mídia pode ser o conjunto de empresas capazes de produzir e tornar as informações mercadorias, unidas a publicidade e o entretenimento, fundindo assim, suas ações e interesses.

 

    A totalidade dos/as alunos/as não entende a internet como mídia, ou um meio de comunicação. Entendemos que há um desconhecimento por parte dos/as estudantes e que esse é o recurso mais utilizado no cotidiano da realidade deles próprios. Palácios (2006) aponta que a concepção da internet enquanto (sub) sistema e ambiente numa rede híbrida nos permite a compreensão que tem uma própria dinâmica de funcionamento, dada como suporte tecnológico e elemento de mediação.

 

    Quando questionados/as sobre como a mídia pode ajudar na Educação Física, 4 alunos/as que haviam respondido e conceituado o termo mídia, não encontraram relações. Apontamentos alegando que a mídia pode divulgar a forma correta de praticar exercícios físicos, divulgar e transmitir esportes podem levar estímulos às pessoas para prática de exercícios físicos. Como vemos na resposta de um aluno: “A mídia se relaciona com a Educação Física ajudando a divulgar a forma correta de se exercitar e praticar exercícios, e de como isso nos beneficia”. Diniz, Rodrigues e Darido (2012) afirmam que as mídias podem influenciar na construção de imagens que são consumidas para potencializar os elementos da cultura corporal de movimento, sendo utilizadas para sustentar e reafirmar a publicidade no sistema capitalista.

 

    Contribuindo com as discussões, Betti (2000) em seu estudo fez recomendações a professores sobre o uso da TV/vídeos nas aulas de Educação, o qual defende que durante e/ou após a exibição do vídeo, é importante um processo de debate que relacione o conteúdo do vídeo com a vivência dos/as alunos/as, permitindo que reflitam sobre determinada temática. Nesse sentido, ressaltamos a importância de relacionarmos os conhecimentos com o contexto que os/as estudantes estão inseridos/as, pois permite que sejam valorizados, identificando-se com as realidades, permitindo assim, um diálogo maior com o cenário ao qual estão incluídos/as.

 

    As informações sobre os esportes de alto rendimento, além da divulgação de eventos esportivos que acontecem segundo alguns/mas alunos/as é algo que pode ser trabalhado nas aulas. A partir disso, entendemos que além de passar informações conseguimos explorar o esporte com outro viés. Montagner (1993) nos mostra que o esporte só tem um sentido educativo de transmitir um conhecimento ao aluno quando os ensinamentos vão do nível técnico-esportivo a valores culturais que o levarão a um desenvolvimento global.

 

    Nesse contexto, a mídia possibilita que o/a aluno/a de hoje traga à escola informações sobre os conteúdos da educação física que há alguns anos eram de difícil acesso, além de possibilitar a ampliação das discussões no que se refere à mídia e a educação física. Ainda, para Hatje (2000) o estudo das relações interdisciplinares da educação física com a mídia é fundamental, servindo para entender a sociedade e pensando em novas formas de ensinar e aprender. E Fantin (2006) nos diz que é importante estabelecer sentidos e relações esclarecedoras e emancipadas com a cultura midiática com crianças e jovens, isso prepara-os/as de maneira mais eficaz para as responsabilidades atuais do ser criança/jovem.

 

    Outro tipo de divulgação considerada por uma aluna foi a de divulgar eventos esportivos escolares. Conhecendo a realidade de nossa escola, entendemos que isso é de suma importância, visto que valoriza a escola e os/as próprios/as alunos/as no envolvimento esportivo. Segundo relatos, essa prática já se faz presente com a utilização da Rádio Escola e que pode ser uma ferramenta para um trabalho da Educação Física com as demais disciplinas, incluindo até mesmo um trabalho interdisciplinar.

 

    As ressaltas acima destacam fatos que alavancam a mídia, porém, também podemos destacar a mídia como problema, pois os meios de comunicação fazem parte do cotidiano das crianças e jovens, muitas vezes de modo excessivo. Um estudo realizado por Jorge (2004) aponta que as crianças passam 3,5 horas em média por dia frente à televisão e que esse tempo é 50% maior que o tempo dedicado a outras atividades, trazendo como exemplo, ajudar a família, brincar, ler e ficar com os/as amigos/as.Esses dados se refletem na limitação da falta de um poder de reflexão em relação aos questionamentos realizados com estudantes do Ensino Médio. Percebemos que as lacunas são evidentes quando relacionamos o tempo que os/as jovens ficam na frente da televisão com a falta de reflexão sobre esse ato.

 

    A partir dessas discussões, percebemos que os/as estudantes estão dispostos/as e necessitam de trabalhos que envolvam um entendimento sistematizado acerca do tema mídia, sobretudo, relacionado à Educação Física, em virtude de realizarem conexões limitadas com o território das práticas corporais e esportivas no âmbito da escola e do esporte de alto rendimento.

 

    Baseado nas discussões dos apontamentos respondido pelos alunos/as, e buscando ampliar algumas ideias sobre o tema, encontramos Júnior e Oliveira (2016) que nos trazem algumas perspectivas que consideram elementares na Educação Física escolar pra se pensar e desenvolver o tema da produção midiática a partir da cultura corporal de movimento, como compreender os interesses inseridos nos eventos esportivos, e as relações de consumo no mundo esportivo, além disso a invisibilidade de práticas corporais que diz respeito a questões de gênero.

 

Conclusões

 

    A produção dos dados de pesquisa, possibilitaram-nos notar que nossos/as alunos/as não têm a dimensão na esfera dos meios de comunicação, visto que um número considerado de alunos/as não tem um conceito pré-definido e não conseguem assimilar o contexto das diferentes mídias.Observamos que há dificuldades de enxergar os meios para a aprendizagem de novos conteúdos, principalmente no que se refere a educação física, que ainda carrega o estigma de ser uma disciplina exclusivamente prática. Para Chaves et al. (2015) professores e escola precisam buscar integrações com a mídia na escola e fazer, a partir desse discurso midiático, discussões e críticas.

 

    Podemos dizer que fomos surpreendidos com a criatividade de algumas respostas que acabaram por fundamentar de forma positiva nosso trabalho. Com isso, se vê a necessidade da abordagem desse instrumento de forma crítica, fazendo com que o que nos é posto por ela seja utilizado da melhor maneira possível. O papel do professor nesse processo é de estimular esse pensamento crítico e analisar nos/as estudantes, que muitas vezes não têm conhecimento do papel influenciador que a mídia representa em suas vidas. As respostas foram necessárias para nos darmos conta da fragilidade de suas concepções dos temas abordados e afirmar que a escola necessita trabalhar com a mídia não só na disciplina de educação física, bem como em todas as outras que fazem parte do currículo escolar.

 

Referências

 

Bardin, L. (2008). Análise de conteúdo. Rio de Janeiro: Edições 70.

 

Betti, M. (2000). Imagem e ação: a televisão e a educação física escolar. Relatório apresentado à Fundação para o Desenvolvimento da Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências, Departamento de Educação Física, Bauru.

 

Brasil. (2000). Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio: bases legais.

 

Chaves, P. N.et al.(2015). Construindo diálogos entre a mídia – educação e a educação física: uma experiência na escola. Motrivivência, v. 27, n. 44, p. 150-163.

 

Diniz, I. K. S.; Rodrigues, H. A.; Darido, S. C. (2012). Os usos da mídia em aulas de Educação Física escolar: Possibilidades e dificuldades. Movimento, v. 18, n. 3, p. 183-202.

 

Fantin, M. (2006). Mídia-Educação: conceitos, experiências, diálogos Brasil-Itália. Florianópolis: Cidade Futura.

 

Hatje, M. (2000). Grande Imprensa: valores e/ou características veiculadas por jornais brasileiros para descrever a participação da seleção brasileira de futebol na Copa do Mundo de 1998. (Doutorado) - Centro de Educação Física e Desportos, Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria.

 

Jorge, W. (2004). Mídia para criança e o adolescente. Revista Ciência e Cultura, v.56, n.1. Disponível em: http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid=S0009- 67252004000100038&script=sci_arttext. Acesso em: 25 set 2018.

 

Junior, L. O. S. (2014). Um grito na arena. (Trabalho de conclusão de curso) em Centro de Educação Física e Desportos, Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria.

 

Júnior, J. R. F.; Oliveira, M. R. (2016). Educação Física escolar e tecnologias digitais de informação e comunicação na Base Nacional Curricular Comum... Como é que conecta!? Motrivivência. v. 28, n. 48, p. 150-167.

 

Montagner, P. C. (1993). Esporte de competição X Educação: o caso do basquetebol. (Mestrado) – Universidade Metodista de Piracicaba, Piracicaba.

 

Palácios, M. (2006). A internet como mídia e ambiente: reflexões a partir de um experimento de rede local de participação. In: Maia, R., Castro, M. C. P. S. (Orgs.). Mídia, esfera pública e identidades coletivas. Belo Horizonte: UFMG. p. 229-244.

 

Pires, G. L. (2002). Educação Física e o discurso midiático: abordagem crítico-emancipatória Educação. Ijuí: Unijuí.

 

Prodanov, C. C.; Freitas, E. C. (2013). Metodologia do trabalho científico: métodos e técnicas da pesquisa e do trabalho acadêmico (2ª Ed.). Novo Hamburgo: Feevale.

 

Severino, A. J. (2007). Metodologia do trabalho científico (23ª ed.). São Paulo: Cortez.

 

Silveira, M. de C. (2002). No Limite do você decide? Sobre a comunicação e a interatividade entre o telespectador e a televisão. 2002.138f. (Mestrado) - Multimeios do Instituto de Artes, Universidade de Campinas, Campinas.

 

Tonetti, C.; Pires, G. (2009). Representação da cultura esportiva e da mídia em Moçambique na perspectiva do desenvolvimento humano. Pensar a Prática, v. 1, n. 12, p. 1-12.

 

Verza, F. (2009). O uso do celular na adolescência e sua relação com a família e grupo de amigos. 115 f. (Mestrado) - Curso de Psicologia, Faculdade de Psicologia, Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre.

 

Wolf, M. (2001). Teorias da comunicação (6ª ed.). Lisboa: Presença.


Lecturas: Educación Física y Deportes, Vol. 24, Núm. 252, May. (2019)

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