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Efeito do lúdico na melhora de habilidades motoras em futebolistas de 12 a 16 anos

Effect of the ludic in the improvement of motor skills in soccer players of 12 to 16 years

Efecto de lo lúdico en la mejora de habilidades motrices en jugadores de fútbol de 12 a 16 años

 

Leonardo Ferreira Silva*

leocalifornia_21@hotmail.com

Paulo Francisco De Almeida Neto**

paulo220911@hotmail.com

Dra. Ana Carla Gomes Canário de Araujo***

anacarlacanario@gmail.com

 

*Profissional da Educação Física pelo Centro Universitário Maurício de Nassau
** Profissional da Educação Física pelo Centro Universitário Maurício de Nassau

Especialista em prescrição de exercícios para grupos especiais pela Faculdade Kurius
http://lattes.cnpq.br/6421855088237111

***Doutorado em Ciências da Saúde pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Mestrado em Ciências da Saúde pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte

http://lattes.cnpq.br/0338156542350605

(Brasil)

 

Recepção: 02/07/2018 - Aceitação: 18/11/2018

1ª Revisão: 21/10/2018 - 2ª Revisão: 14/11/2018

 

Este trabalho está sob uma licença Creative Commons

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Resumo

    Na prática desportiva diversas correntes pedagógicas são utilizadas afim de definir um modelo ideal de ensino-aprendizagem e dentre essas, surge o lúdico como estratégia de treinamento sem a necessidade de cobranças ou padrões pré-estabelecidos. Objetivo: Avaliar o efeito agudo da ludicidade inserida no processo de ensino aprendizagem sobre a eficiência do desempenho de agilidade e velocidade em crianças e adolescentes praticantes de futebol. Métodos: Trata-se de um estudo descrito transversal, composta por 20 crianças e adolescentes do sexo masculino, com idade entre 12 a 16 anos. Os indivíduos foram divididos em dois grupos o GI (lúdico) e GII (não lúdico), submetidos ao teste de Sprint de 20 metros que aferi a velocidade e o teste do quadrado a agilidade, sendo que o GI realizou atividades lúdicas durante todo o processo de aplicação dos testes e o GII fez um momento de aquecimento e imediatamente iniciou a bateria dos testes, sem qualquer intervenção lúdica. Resultados: O grupo GI obteve uma média de 4,94 ± 0,99 no teste de agilidade enquanto o grupo GII apresentou a média de 5,74 ± 0,29. O efeito positivo da ludicidade também se confirmou no teste de velocidade onde o grupo GI realizou o teste com o tempo médio de 3,34 ± 0,34 e o GII de 3,73 ± 0,25. Conclusão: Os praticantes de futebol que realizaram atividades lúdicas, obtiveram um desempenho melhor das variáveis agilidade e velocidade quando comparados aos que não realizaram as atividades lúdicas.

    Unitermos: Futebol. Adolescentes. Lúdico. Agilidade. Velocidade.

 

Abstract

    In sports various pedagogical trends are used in order to define an ideal model of teaching and learning, and among these, the playful emerges as training strategy without charges or pre-established standards. Goal: Evaluate the acute effect of playfulness inserted in the teaching learning about the efficiency of the agility and speed of performance in children and adolescents soccer players. Methods: This is a study described cross, consisting of 20 children and adolescent males, aged 12 to 16 years. The subjects were divided into two groups GI (playful) and GII (not playful), submitted to the Sprint test 20 meters that measured speed and the square agility, and the GI held recreational activities throughout the process of the testing and GII has a moment of heating and immediately started the battery of tests without any playful intervention. Results: The GI group had an average of 4.94 ± 0.99 for the test speed while GII has averaged 5.74 ± 0.29. The positive effect of playfulness also confirmed in the test where the velocity GI performed the test with the mean time of 3.34 ± 0.34 and 3.73 ± 0.25 GII. Conclusion: The soccer players who performed recreational activities, obtained a better performance of the variables agility and speed compared with those who did not make the play activities.

    Keywords: Soccer. Teenager. Ludic. Agility. Velocity.

 

Resumen

    En la práctica deportiva diversas corrientes pedagógicas se utilizan para definir un modelo ideal de enseñanza y aprendizaje y, entre tantas, surge lo lúdico como estrategia de entrenamiento sin la necesidad de cargas o estándares previamente establecidos. Objetivo: evaluar el efecto agudo de lo lúdico en el proceso de enseñanza aprendizaje sobre la eficiencia del rendimiento de agilidad y velocidad en niños y adolescentes que practican fútbol. Métodos: se trata de un estudio transversal, conformada por 20 niños y adolescentes, entre 12 y 16 años. Los sujetos fueron divididos en dos grupos el GI (lúdico) y GII (no lúdico), a los que se les aplicó el test de Sprint de 20 metros, prueba que mide la velocidad. Y el test del cuadrado para estimar la agilidad. El GI llevó a cabo actividades lúdicas durante todo el proceso de aplicación de las pruebas y la GII hizo un tiempo de calentamiento y comenzó inmediatamente la batería de pruebas, sin necesidad de intervención lúdica. Resultados: el grupo GI obtuvo un promedio de 0.99 ± 4.94 en la prueba de agilidad mientras que el grupo IGI presentó el promedio de 5,74 ± 0.29. El efecto positivo de lo lúdico también se confirma en la prueba de velocidad donde el grupo de GI llevó a cabo la prueba con el tiempo promedio de 3.34 ± 0.34 y el GII de 3,73 ± 0.25. Conclusión: Los jugadores de fútbol que realizaron actividades lúdicas, lograron un mejor rendimiento en las variables agilidad y velocidad comparados con los que no realizaron actividades lúdicas.

    Palabras clave: Fútbol. Adolescentes. Lúdico. Agilidad. Velocidad.

 

Lecturas: Educación Física y Deportes, Vol. 23, Núm. 246, Nov. (2018)


 

Introdução

 

    O início do século XXI foi marcado por avanços em diversos domínios do conhecimento aplicados ao futebol. As ciências do esporte contribuíram para a valorização das modalidades esportivas e para o reconhecimento dos benefícios do esporte sobre o organismo humano, contudo houve o surgimento e aprimoramento de metodologias de ensino-aprendizagem aplicadas no contexto do futebol (Da Cunha Voser et al., 2010; Vicenzi Casarin et al., 2011).

 

    O ensino do futebol, tanto no que diz respeito a alta performance, quanto na sua iniciação, tem como conduta de ensino características hierárquicas e tecnicistas, contudo os modelos de ensino são muitas vezes utilizados de maneira repetitiva e adestradora, que em nada suprem as necessidades no desenvolvimento das crianças e dos adolescentes (Oliveira,1993; Faria, 2018).

 

    Na história da Educação Física e do desporto diversas correntes pedagógicas surgem, afim de definir um modelo ideal de ensino-aprendizagem, dentre esses conceitos a utilização do lúdico. O termo na Filosofia é definindo como “divertimento, júbilo, alegria” e a literatura já evidenciou que a intervenção pedagógica por meio lúdico é efetiva em qualquer faixa etária e para as crianças e adolescentes associar a ludicidade aos treinamentos, sem o uso de cobranças ou padrões pré-estabelecido, pode vir a contribuir para a aquisição e aprimoramento de habilidades motoras básicas e padrões biomecânicos indispensáveis nas modalidades esportivas. (Marcelino, 1999; Rojas, 2002; Castro, 2013).

 

    A ludicidade, representada pelo ato de brincar, é um importante e imprescindível recurso pedagógico. A brincadeira viabiliza a participação dos alunos quando em contato com os conteúdos necessários a prática esportiva, tornando assim o processo de ensino-aprendizagem mais prazerosa, enfatizando a espontaneidade, a alegria e a socialização. Os jogos e brincadeiras propiciam a ampliação dos conhecimentos por meio da atividade lúdica o que pode aumentar a possibilidade de êxito no que diz respeito a atingir os objetivos propostos, além de propiciar inúmeros benefícios para o desenvolvimento das habilidades motoras, cognitivas e sociais (Severino, 2017).

 

    Encontramos no futebol várias habilidades motoras necessárias à sua pratica tais como: força explosiva, velocidade, agilidade, flexibilidade, alongamento e resistência. De todas essas habilidades a agilidade e a velocidade são exigidas na maior parte do tempo durante um jogo, tornando-se indispensáveis para a execução de movimentos rápidos, precisos e com mudança de direção, sejam eles voltados para a parte técnica ou tática do jogo propriamente dito. Com isso o estudo teve por objetivo avaliar o efeito agudo da ludicidade inserida no ensino aprendizagem, sobre a eficiência do desempenho de agilidade e velocidade em crianças e adolescentes praticantes de futebol.

 

Metodologia

 

    A pesquisa caracteriza-se como estudo descritivo transversal com abordagem quantitativa (Thomas & Nelson & Silverman, 2009). A amostra escolhida de forma aleatória foi composta por um total de 20 participantes do sexo masculino, com idade cronológica de 12 a 16 anos e como critérios de inclusão foram adotados:

  • Estar treinando efetivamente 3 vezes por semana por pelo menos 6 meses contínuos;

  • Não apresentar problemas osteomusculares, respiratórios ou cardíacos. 

    Foram excluídos do estudo os indivíduos que não conseguiram concluir todos os testes. Os participantes foram divididos em dois grupos: (GI) lúdico e (G2) não lúdico, cada grupo constou 10 participantes. A pesquisa seguiu todas as normas da declaração de Helsinque, assim como a resolução 466/12 do CNS-Brasil.

 

Métodos e técnicas de coletas

 

    Foram utilizados os testes do quadrado para avaliar agilidade e o teste de Sprint de 20 metros para a velocidade, ambos dos testes foram realizados com base no manual de testes e avaliação do Projeto Esporte Brasil (Proesp) desenvolvido por Gaya et al. (2015). Os dois grupos foram avaliados em momentos distintos sendo que o grupo G1 recebeu as orientações de maneira lúdica e em forma de brincadeira enquanto o grupo GII, apenas recebeu a informação tecnicista da forma de realizar o percurso.

 

Instrumentos de coleta

 

    Um quadrado desenhado em solo antiderrapante com 4 metros de lado, 4 cones de borracha de 50 cm de altura foi utilizado para o teste de agilidade. Para o teste de velocidade foi utilizada uma pista de 20 metros demarcada com três linhas paralelas no solo da seguinte forma: a primeira (linha de partida); a segunda, distante 20m da primeira (linha de cronometragem) e a terceira linha, marcada a um metro da segunda (linha de chegada). A terceira linha serviu como referência de chegada para o aluno na tentativa de evitar que ele inicie a desaceleração antes de cruzar a linha de cronometragem. Dois cones para a sinalização da primeira e terceira linha. Para mensurar o tempo de ambos dos testes foi utilizado um cronometro digital com precisão de milissegundos marca Live Up®. Vale ressaltar que o grupo que realizou os testes em menor tempo cronometrado, apontou melhor desempenho.

 

Análise estatística

 

    A normalidade dos dados foi testada por meio do teste de Shapiro-Wilk, assimetria e curtose. Como o pressuposto de normalidade não foi negado, os dados foram expostos em média e desvio padrão. As comparações entre os grupos foram realizadas através do teste estatístico T de Student. Para todas as análises foi adotado p<0,05.

 

Resultados

 

Tabela 1. Resultado dos valores de tempo do teste do quadrado (agilidade), e valores do teste de 20 metros (velocidade), com o grupo lúdico e não lúdico

Testes

Desempenho motor

P

(GI) lúdico

(GII) não lúdico

 

Agilidade

Velocidade

 

1

5,59

6,36

4,03

3,52

< 0,001

2

4,52

6,22

3,46

3,43

< 0,001

3

4,83

6,68

3,36

3,55

< 0,001

4

4,6

5,82

3,32

3,51

< 0,001

5

4,92

6,33

3,89

3,61

< 0,001

6

5,48

3,54

3,63

4,07

< 0,001

7

5,29

6,87

4,18

4,25

< 0,001

8

4,83

5,03

3,71

3,54

< 0,001

9

4,88

4,94

3,38

3,71

< 0,001

10

4,7

6,71

3,34

3,6

< 0,001

 

Tabela 2. Comparação das variáveis da performance motora em crianças e adolescentes praticantes de futebol, com o grupo lúdico e não lúdico

Variáveis

Lúdico

Não lúdico

P

Média (DP)

Média (DP)

Agilidade

4,94 ± 0,99

5,74 ± 0,29

< 0,001

Velocidade

3,34 ± 0,34

3,73 ± 0,25

< 0,001

 

Discussão

 

    Na tabela 1, os dados expressam que os indivíduos que desenvolveram a atividade lúdica no processo dos testes, obtiveram melhores resultados em relação aos que não fizeram a atividade lúdica. A tabela 2 por sua vez vem a fortalecer o sucesso do uso do lúdico, onde novamente os sujeitos que desenvolveram a atividade lúdica no processo dos testes, obtiveram melhores resultados em relação aos que não passaram pela intervenção lúdica, e os melhores resultados foram referentes a variável agilidade.

 

    Em virtude da especificidade do futebol, em exigir muito mais a valência física de agilidade do que a velocidade, talvez os resultados da agilidade em comparativo ao da velocidade, tenham sido mais expressivos, pois a agilidade é caracterizada pela capacidade de realizar trocas rápidas, sendo muito mais exigido que o atleta seja ágil, do que veloz. Para um jogador de futebol o que mais interessa no que diz respeito a velocidade de deslocamento, é a fase de aceleração, onde a velocidade e a agilidade atuam em conjunto. (Santos, 2015; Do Amaral Moreira & De Oliveira, 2016).

 

    Com isso vemos que houve sim uma interferência positiva do lúdico nos níveis de agilidade e velocidade dos praticantes de futebol, pois elas não estavam sobre pressão tecnicista ao desenvolver as atividades propostas pelo presente estudo, estavam a vontade, descontraídos, e alegres, Severino e Porrozzi (2017), defendem o uso do lúdico nas práticas esportivas, e ressaltam que crianças devem ser tratas como crianças, isso proporciona uma aprendizagem de maneira natural associada ao prazer da prática das atividades propostas.

 

    Impolcetto e Ferreira (2017), avaliaram o uso da ludicidade na compreensão e aplicação do futebol em escolares, e concluíram que o lúdico vem a ser uma ferramenta importante no processo aprendizagem da modalidade em questão. Isso corrobora com os dados do presente estudo como podemos ver nos resultados, os praticantes de futebol que tiveram a intervenção lúdica, conseguiram realizar os testes em menor tempo cronometrado quando comparados aos que realizaram os testes de maneira tecnicista.

 

    Rojas (2002), aborda sobre a importância do lúdico para o sucesso de um determinado método pedagógico, e ressalta que a ludicidade é uma necessidade humana que deve ser suprida em qualquer faixa etária. O lúdico pode ser utilizado em diversos métodos de aprendizagem objetivando a melhor absorção de conteúdos propostos, além de permitir uma descontração e socialização natural entre os indivíduos envolvidos (De Almeida, 1987).

 

    Modesto & Rubio (2014), defendem que as intervenções lúdicas são indispensáveis na construção de conhecimento, e devem estar presentes nos métodos de ensino aprendizagem. Os achados contidos no presente estudo corroboram com tal pensamento, mostrando que o lúdico teve influência no desempenho dos praticantes de futebol analisados. Sugere-se a produção de mais trabalhos acadêmicos que explorem esta vertente, para que se tenha uma maior consolidação dos fatos. As limitações do estudo foram o número de participantes, e o não uso de um grupo controle.

 

Conclusão

 

    O efeito agudo da ludicidade inserida no programa de treinamento de futebol, proporcionou aos jovens futebolistas que realizaram atividades lúdicas um desempenho motor potencializado em relação as variáveis, agilidade e velocidade, quando comparados aos futebolistas que não tiveram a ludicidade presente no programa de treinamento.

 

Referências

 

    Amaral Moreira, M., & de Oliveira, T. (2016). A importância do futebol na educação física escolar. Revista Dos Alunos De Educação Física Faculdades Network–Revista Da Faculdade De Educação Física, (3), 70. Retrieved from http://www.nwk.edu.br/intro/wp-content/uploads/2014/05/Educa%C3%A7%C3%A3o-F%C3%ADsica-s%C3%B3-falta-capa.pdf

 

    Castro, Adela de (2013). Jogos e brincadeiras para educação física - Desenvolvendo a agilidade a coordenação, o relaxamento a resistência, a velocidade e a força (2th ed.). Petrópolis, Rio de Janeiro, Brasil: Vozes.

 

    Da Cunha Voser, R., Guimarães, M. G. V., & Ribeiro, E. R. (2010). Futebol: história, técnica e treino de goleiro (2th ed.). Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil: Edipucrs.

 

    De Almeida, P. (1987). Educação Lúdica - Técnicas e Jogos Pedagógicos (11th ed.). Brasil: Loyola.

 

    Faria, E. L. (2018). Aprendizagens do e no Futebol: sobre os ensaios e a constituição da habilidade. Motrivivência30(53), 134-151.

 

    Gaya A, Lemos A, Gaya A, Teixeira D, Pinheiro E, Moreira R. (2015). Projeto Esporte Brasil. Projeto Esporte Brasil Proesp-Br manual de testes e avaliação. Brasil, Obtido de https://www.ufrgs.br/proesp/

 

    Impolcetto, F., & Ferreira, B. (2017). Futebol Go: as TIC possibilitando o ensino do futebol e para além dele pelo viés lúdico. In X Congresso Internacional de Educação Física e Motricidade Humana (p. http://www.editorarealize.com.br/revistas/ciefmh/resumo.php?idtrabalho=211). Cidade de Rio Claro, São Paulo, Brasil: CIEFMH. Retrieved from http://www.ciefmh.com.br/

 

    Marcelino, N. (1999). Lúdico, educação e educação física. (4th ed.). Ijuí, Rio Grande do Sul, Brasil: Unijuí.

 

    Modesto, M. C., & Rubio, J. D. A. S. (2014). A importância da Ludicidade na construção do conhecimento. Revista Eletrônica Saberes da Educação5(1), 1-16.

 

    Oliveira, A. (1993). O ensino de futebol para crianças: estudos denotativos de uma proposta de trabalho. (Especialista). São Paulo. Universidade Estadual de Campinas.

 

    Rojas, J. (2002). O lúdico na construção interdisciplinar da aprendizagem: uma pedagogia do afeto e da criatividade na escola. Rio de Janeiro: ANPED.

 

    Santos, J. D. (2015). Efeitos da Prática de Futsal na Agilidade de Meninos de 11 a 16 Anos. Projeto de pesquisa apresentado como requisito final para aprovação na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso II do Curso de Licenciatura em Educação Física do Programa UAB da Universidade de Brasília Polo de Primavera do Leste, MT. Orientador: Oséias Guimarães De Castro. http://bdm.unb.br/bitstream/10483/9550/1/2014_JaquelineDosSantos.pdf

 

    Severino, C. D., & Porrozzi, R. (2017). A ludicidade aplicada à Educação Física: a prática nas escolas. Revista Práxis2(3).

 

    Thomas, J. R., Nelson, J. K., & Silverman, S. J. (2009). Métodos de pesquisa em atividade física. Artmed Editora.

 

    Vicenzi Casarin, R., Silva Reverdito, R., de Lima Greboggy, D., Afonso, C. A., & Scaglia, A. J. (2011). Modelo de jogo e processo de ensino no futebol: princípios globais e específicos. Movimento17(3).


Lecturas: Educación Física y Deportes, Vol. 23, Núm. 246, Nov. (2018)