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Composição corporal e do VO2max de jogadores de rugby de acordo com a posição de jogo

Body composition and VO2max of rugby players according to the game position

Composición corporal y VO2máx de jugadores de rugby de acuerdo con la posición en el juego

 

Raniel Nascimento Ferreira*

ranielnf@gmail.com

Agnelo Weber de Oliveira Rocha**

agneloweber18@gmail.com

 

*Faculdade de Educação Física e Fisioterapia

Universidade do Estado do Amazonas

**Faculdade de Educação Física e Fisioterapia

Universidade do Estado do Amazonas

Doutorando em Biotecnologia pela rede Bionorte

 

Recepção: 18/01/2018 - Aceitação: 16/07/2018

1ª Revisão: 13/07/2018 - 2ª Revisão: 14/07/2018

 

Resumo

    O rugby é um esporte coletivo praticado em um campo gramado com 100 metros de comprimento por 70 metros de largura. As partidas são feitas em 2 tempos com duração de 40 minutos e um intervalo de 10 minutos entre eles, podendo ser disputado por duas equipes de 15 ou 7 atletas que são divididos em forwards (oito integrantes que possuem a função de recuperar a posse de bola quando um jogador é derrubado ou durante as formações fixas) e backs (sete jogadores com função de avançar pelo campo adversário e marcar pontuações). Durante uma partida é exigido que os atletas recuperem suas reservas energéticas em pequenos intervalos ou durante exercícios de baixa intensidade. Dessa forma, o consumo máximo de oxigênio (VO2max), indicador de potência aeróbia, torna-se uma variável importante para o desempenho de alto nível no rugby. Diante do exposto, este trabalho teve como objetivo geral avaliar a composição corporal e o consumo máximo de oxigênio (VO2max) de atletas de rugby do município de Manaus buscando como objetivo específico, comparar os resultados encontrados entre as posições ocupadas no jogo pelos atletas (forwards e backs). Foram avaliados dois times de rugby de categoria adulto que participaram das competições oficiais da Liga Norte de Rugby no ano de 2015. Os atletas realizaram o teste de pletismografia para determinação da composição corporal e o teste Yo-Yo IRT1 para potência aeróbia. Houve diferença significativa na composição corporal dos atletas em ambos os times nas diferentes posições, a potência aeróbia não teve diferença significativa entre os grupos. Tais dados vão de encontro com o que é relatado na literatura científica. Recomenda-se que mais estudos semelhantes sejam feitos para auxiliar treinadores e profissionais do esporte para uma prescrição de treinamento mais precisa e baseada em evidências científicas.

    Unitermos: Rugby. Composição corporal. VO2max. Potência aeróbia.

 

Abstract

    Rugby is a group Sport played in a open Field with 100 meters of length and 70 meters of width. The matches are made in 2 times with 40 minutes of duration and a timeout of 10 minutes between them, it can be played by 2 teams with 15 or 7 athletes divided in forwards (eight players that have the mission of recovering the Ball when a player is knocked down) and backs (seven players that have to advance by the opponents fields and make points). During a game, it’s required that the athletes recover their energy supply in small intervals or during low intensity exercises. In this way, the maximum oxygen uptake (VO2max), an aerobic power indicator, becomes a very important variable on high level rugby play. That being said, this research had the general objective of measuring the body composition and maximum oxygen uptake (VO2max) of rugby athletes from the city of Manaus; the main objective is to compare the results between the game positions occupied by the athletes (forwards and backs). Two rugby teams, adult category that have played the official rugby games from the Liga Norte de Rugby in the year of 2015 were selected. The athletes undertook the pletismography test to determine the body composition and the Yo-yo IRT1 test for aerobic power. There was a significant difference in the body composition of athletes on both teams on the different positions; the aerobic power did not show any significant difference between the groups. The data found confirms what is said on the foreign literature. It is recommended that similar studies be done to help trainers and sport professionals to a more precise prescription and evidence based.

    Keywords: Rugby. Body composition. VO2max. Aerobic power.

 

Resumen
    El rugby es un deporte colectivo practicado en una cancha de césped de 100 metros de largo por 70 metros de ancho. Los partidos se realizan en 2 tiempos con una duración de 40 minutos cada uno y un intervalo de 10 minutos entre ellos, pudiendo ser disputado por dos equipos de 15 ó 7 integrantes que se dividen en forwards (ocho integrantes que poseen la función de recuperar la posesión de balón cuando un jugador es derribado o durante las formaciones fijas) y backs (siete jugadores con función de avanzar por el campo adversario y marcar puntuaciones). Durante un partido se requiere que los jugadores recuperen sus reservas energéticas en pequeños intervalos o durante ejercicios de baja intensidad. De esta forma, el consumo máximo de oxígeno (VO2max), indicador de potencia aeróbica, se convierte en una variable importante para el rendimiento de alto nivel en el rugby, en el caso de los jugadores de rugby del municipio de Manaus, buscando como objetivo específico, comparar los resultados encontrados entre las posiciones ocupadas en el juego por los jugadores (forwards y backs). Se evaluaron dos equipos de rugby de categoría adulto que participaron en las competiciones oficiales de la Liga Norte de Rugby en el año 2015. Los jugadores realizaron la prueba de pletismografía para determinación de la composición corporal y la prueba Yo-Yo IRT1 para potencia aeróbica. Hubo diferencias significativas en la composición corporal de los jugadores en ambos equipos en las diferentes posiciones, la potencia aerobia no tuvo diferencia significativa entre los grupos. Tales datos van en contra de lo que se encuentra en la literatura científica. Se recomienda que otros estudios semejantes sean hechos para auxiliar a entrenadores y profesionales del deporte para una prescripción de entrenamiento más precisa y basada en evidencias científicas.
    Palabras clave: Rugby. Composición corporal. VO
2máx. Potencia aeróbica.

 

    Agradecimentos: Laboratório de Desempenho Humano da Faculdade de Educação Física da Universidade Federal do Amazonas - UFAM

 

Lecturas: Educación Física y Deportes, Vol. 23, Núm. 242, Jul. (2018)


 

Introdução

 

    O rendimento esportivo dos dias de hoje se deve a diversos fatores, muitos disso se deve ao progresso que a ciência tem feito nos últimos anos buscando desenvolver cada vez mais o esporte. A ciência tornou o treinamento mais sofisticado, graças ao trabalho conjunto entre especialistas do esporte e cientistas (Barbanti, 1996).

 

    O rugby é um esporte coletivo praticado em um campo gramado com 100 metros de comprimento por 70 metros de largura. As partidas são feitas em 2 tempos com duração de 40 minutos e um intervalo de 10 minutos entre eles, podendo ser disputado por duas equipes de 15 ou 7 atletas (CBRU) que são divididos em forwards (oito integrantes que possuem a função de recuperar a posse de bola quando um jogador é derrubado ou durante as formações fixas) e backs (sete jogadores com função de avançar pelo campo adversário e marcar pontuações). Devido à característica do jogo, estes atletas atuam em bloco, devendo ter como atributos predominantes a força muscular e uma grande estrutura corporal para os forwards, já os backs utilizam a velocidade e potência muscular para que possam realizar seu papel no jogo (Lopes et al., 2011). Apesar de esses dois grupos terem funções diferentes no jogo, eles possuem um padrão comum de jogo básico e das técnicas.

 

    É também um dos esportes mais praticados no mundo, porém não é tão popular no Brasil, por causa disso, poucos estudos da literatura científica foram feitos a seu respeito ao contrário da literatura estrangeira (Carteri et al., 2009).

 

    O jogo, fisiologicamente falando, envolve uma variedade de técnicas e habilidades que são exercidas tanta em baixas como altas intensidades (Perrella, Noriyuki e Rossi, 2005; Bell, 2012; Sant'Anna, 2015). Durante uma partida é exigido que os atletas recuperem suas reservas energéticas em pequenos intervalos ou durante exercícios de baixa intensidade. Dessa forma, o consumo máximo de oxigênio (VO2max), indicador de potência aeróbia, torna-se uma variável importante para o desempenho de alto nível no rugby (Goh, 2009; Sant'Anna, 2015).

 

    Diante do exposto, este trabalho teve como objetivo geral avaliar a composição corporal e o consumo máximo de oxigênio (VO2max) de atletas de rugby do município de Manaus que disputaram competições da Liga Norte de Rugby no ano de 2015, buscando como objetivo específico, comparar os resultados encontrados entre as posições ocupadas no jogo pelos atletas (forwards e backs).

 

Materiais e métodos

 

Amostra

 

    Foram avaliados dois times de rugby de categoria adulto que participaram das competições oficiais da Liga Norte de Rugby no ano de 2015. Sendo 11 atletas do sexo feminino (7 backs e 4 forwards) e 28 atletas do sexo masculino (14 backs e 14 forwards). Durante a pesquisa, houve perda amostral de 5 atletas do sexo masculino, desse modo, o estudo teve seu desfecho com uma amostra total de 34 (11 mulheres e 23 homens).

 

Avaliação da Composição Corporal

 

    Foi utilizado o método da pletismografia por deslocamento de ar (PDA) por meio do aparelho BOD POD®, body composition system; Life Measurement Instruments, Concord, CA (padrão ouro, r=0,93), usado para mensurar a densidade corporal do indivíduo, além de outras variáveis, das quais foram utilizadas neste estudo: percentual de gordura (%G), massa gorda e massa magra/livre de gordura em quilos. A avaliação da pletismografia por deslocamento de ar foi realizada observando os critérios do manual por Fields & Goran (2000) e Fields, Hunter e Goran (2000).

 

Teste de Campo (Yo-yo Test IRT level 1)

 

    Para este trabalho foi realizado o Yo-Yo Intermittent Recovery test level 1, sugerido por Krustrup et al. (2003) que consiste em 4 séries de corridas a 10- 13 km/h (0 – 160m) e outras 7 corridas de 13,5 a 14 km (160 – 440m), posteriormente é feito um aumento gradual de 0,5 km/h a cada 8 corridas até a exaustão do sujeito. Os testes foram feitos na quadra poliesportiva da Faculdade de Educação Física e Fisioterapia (FEFF) da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Após o teste foi utilizado a equação proposta por Sant'Anna (2015) para prever o VO2max de atletas de rugby.

 

VO2max = 0,016*(distância do Yo-Yo) + 40,578

 

Tratamento estatístico

 

    A partir da utilização do programa estatístico SPSS versão 20.0, foi realizada análise descritiva dos resultados a partir dos cálculos das médias e desvios padrão. Após isso, foi verificada a normalização dos dados com o teste Shapiro-Wilk. Os valores encontrados fora da normalidade foram transformados a partir do logarítimo de 10 para que houvesse adesão paramétrica. Para comparar as variáveis entre as posições (forwards e backs) foi realizado o teste T de Student para amostras independentes. O programa utilizado foi o SPSS versão 20.0 e o valor de significância considerado foi p≤0,05.

 

Resultados

 

    Os resultados foram apresentados em médias e desvio padrão, dividindo por sexo e pela posição de jogo (forwards ou backs). A tabela 1 e 2 mostra os valores relativos à composição corporal das equipes.

 

Tabela 1. Características antropométricas da equipe masculina

 

Backs (n = 10)

Forwards (n = 12)

Total (n = 22)

Idade

24 ± 4,27

31,5 ± 7,54

28,09 ± 7,22

Massa Corporal (kg)

78 ± 8,35*

102,1 ± 14,76*

91,2 ± 17,2

Estatura (cm)

173,4 ± 3,27*

182,6 ± 7,42*

178,55 ± 7,3

% Gordura

17,7 ± 6,89

23,5 ± 7,06

20,9 ± 7,4

Massa Gorda (kg)

14,1 ± 5,97*

24,7 ± 10,35*

19,8 ± 10

Massa Livre de Gordura (kg)

63,9 ± 6,58*

77,4 ± 7,84*

71,3 ± 9,9

* Significância de p ≤ 0,05

 

Tabela 2. Características antropométricas da equipe feminina

 

Backs (n = 7)

Forwards (n = 4)

Total (n = 11)

Idade

23,71 ± 2,93

22 ± 2,83

23,1 ± 2,88

Massa Corporal (kg)

55,42 ± 7,28*

77,15 ± 13,67*

63,33 ± 14,42

Estatura (cm)

157,4 ± 7,83

157,5 ± 1,73

157,45 ± 6,14

% Gordura

24,6 ± 8,42*

38,35 ± 5,45*

29,6 ± 9,89

Massa Gorda (kg)

14,1 ± 6,57*

29,96 ± 8,63*

19,87 ± 10,6

Massa Livre de Gordura (kg)

41,34 ± 2,31**

47,21 ± 5,91**

43,47 ± 4,74

* Significância de p ≤ 0,05 ** Significância em log10 p ≤ 0,05

 

    Os jogadores de ambas as equipes apresentaram variáveis com diferença significativa nas massas corporais, os valores da massa livre de gordura não puderam ser normalizados, então se utilizou o logaritmo de 10 para adesão paramétrica da variável massa livre de gordura no time feminino.

As tabelas 3 e 4 apresentam os resultados do consumo máximo de oxigênio obtido para os dois grupos e equipes.

 

Tabela 3. Consumo Máximo de Oxigênio obtido a partir do teste Yo-yo IRT1 para a equipe masculina (n = 22)

VO2max (ml/kg-1/min-1)

Frequência

Percentual (%)

45-50

12

54,5

50-55

8

36,4

55-60

2

9,1

Total

22

100,0

 

Tabela 4. Consumo Máximo de Oxigênio obtido a partir do teste Yo-yo IRT1 para a equipe feminina (n = 11)

VO2max (ml/kg-1/min-1)

Frequência

Percentual (%)

40-45

6

54,5

45-50

5

45,5

Total

11

100,0

 

    As tabelas 5 e 6 mostram a frequência da distância percorrida no teste.

 

Tabela 5. Distância percorrida no Yo-yo IRT1, equipe masculina

Distância Percorrida (m)

Frequência

Percentual (%)

300-400

2

9,1

401-500

7

31,8

501-600

4

18,2

601-700

4

18,2

701-800

1

4,5

801-900

2

9,1

≥ 901

2

9,1

Total

22

100,0

 

 

Tabela 6. Distância percorrida no Yo-yo IRT1, equipe feminina

Distância Percorrida (m)

Frequência

Percentual (%)

150-200

2

18,2

201-300

5

45,5

301-400

2

18,2

501-520

2

18,2

Total

11

100,0

 

Discussão

 

    O objetivo do presente estudo foi determinar alguns indicadores antropométricos e o consumo máximo de oxigênio de uma amostra de atletas de rugby do município de Manaus, comparando estes valores entre as posições forwards e backs. Como o rubgy é caracterizado por duas posições táticas básicas (Back e Forward), espera-se que as características físicas e fisiológicas sejam diferentes. A composição corporal já vem sendo estudada na literatura (Baker e Nance, 1999; Chong, 2011; Spain e Powers, 2011; Ferreira, 2012; Mezzaroba et al., 2013; Crewther et al., 2012) e seus valores diferem com as posições de jogo.

 

    Em nosso estudo, houve diferença significativa nos dados antropométricos entre backs e forwards para ambos os sexos, em geral a massa corporal apresentou os valores mais discrepantes entre as posições. A estatura e as quantidades de massa gorda e muscular também tiveram valores significativamente diferentes entre os atletas.

 

    Apesar de ser um esporte em ascensão popular no Brasil, a literatura nacional já tem começado a produzir bastantes artigos (Carteri et al., 2009; Lopes et al., 2011; Dinardi et al., 2015; Sant'Anna, 2015), com um foco maior na região sul e sudeste do pais. Este trabalho também pode ser caracterizado como pioneiro para as pesquisas com rugby na região norte.

 

    A estatura da equipe feminina não foi significativamente diferente como da equipe masculina, tal fato poderia ser explicado pelas próprias características culturais e genéticas da mulher amazonense, mas este fator também foi observado por Gabbet, King e Jenkins (2008), levando a crer que talvez haja uma ”pressão” menor para selecionar atletas femininos de rugby (Gabbet, 2007).

 

    Em geral, os resultados desta pesquisa vão de encontro com os da literatura pesquisada, os atletas de rugby continuam a apresentar diferenças na composição corporal, principalmente na quantidade de massa gorda e massa muscular dependendo da posição em que atuam no jogo, este fato continua se repetindo na literatura por pelo menos 15 anos segundo Ferreira (2012).

 

    Quanto ao consumo máximo de oxigênio, a literatura afirma que as médias identificadas nos atletas de varia entre 48,6 e 62,6 ml/kg-1/min-1 (Sant'Anna,, 2015). Essa variação ocorre principalmente em diferentes níveis de atletas, sejam eles amadores, semiprofissionais ou profissionais (Duthie et al., 2003; Gabbet, 2005; Dinardi et al., 2015). Essas variações se devem ao volume total de treinamento das equipes, dessa maneira, equipes de um nível mais baixo não possuem uma carga horária de treinamento adequada para obter aumentos em seu desempenho ao contrário de atletas profissionais (Ferreira, 2012).

 

    Os resultados encontrados não apresentaram uma diferença significativa para o VO2max entre as posições em ambos os sexos, pois a maioria dos indivíduos testados ficou com uma faixa de 45 a 50 ml/kg-1/min-1, sendo a distância mais percorrida entre os 200m aos 300m na equipe feminina e 401m a 500m na equipe masculina. Tais resultados corroboram com a pesquisa de Dinardi (2015) que avaliou um time amador de Belo Horizonte e apenas observou diferenças significativas na composição corporal dos atletas.

 

    De acordo com a literatura, os atletas amazonenses do sexo masculino estão na média de VO2max com valores próximos a 50 ml/kg-1/min-1, mas 54,5% das atletas do sexo feminino não atingiram a média. De fato, Gabbet et al. (2008) demonstrou que as jogadoras de rugby apresentam valores de 6 – 38,1% menores que outras atletas de nível profissional em outros esportes em variáveis como velocidade, agilidade, salto vertical, VO2max e capacidade glicolítica.

 

    Deve se ressaltar que os resultados obtidos podem ter sido influenciados por variáveis não controladas como, por exemplo, condições climáticas e alimentação do indivíduo antes ou no dia do teste. Outro ponto é que as equipes não informaram seu volume de treino semanal, pois seu excesso ou escassez influenciaria no resultado.

 

Conclusão

 

    A composição corporal dos atletas de rugby do amazonas apresentou diferença significativa entre as posições. Tais dados vão de encontro com o que é relatado na literatura científica. Os jogadores de rugby amazonense do sexo masculino se apresentaram dentro da média proposta na literatura para a variável potência aeróbia (VO2max), porém 54,45% das atletas do sexo feminino não alcançou este valor. Não houve diferença significativa entre os valores obtidos no VO2max nas posições de jogo em ambas as equipes. Recomenda-se que mais estudos semelhantes sejam feitos para auxiliar treinadores e profissionais do esporte para uma prescrição de treinamento mais precisa e baseada em evidências científicas.

 

Referências

 

    Baker, D., & Nance, S. (1999). The Relation Between Strength and Power in Professional Rugby League Players. The Journal of Strength & Conditioning Research, 13(3), 224-229.

 

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    Carteri, R. B. K., Pinheiro, E., Cunha, G., Zapata, K., Martins, J., & Lopes, A. L. (2009). Perfil antropométrico e fisiológico de jogadores de rugby. X Salão de Iniciação científica PUCRS.

 

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    Perrella, M. M., Noriyuki, P. S., & Rossi, L. (2005). Avaliação da perda hídrica durante treino intenso de rugby. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, 11(4), 229-232.

 

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    Spain, O. E. R. P. I., & Power, R. (2011). Características fisiológico-antropométricas del jugador de rugby élite en España y la potencia relativa como predictor del rendimiento en sprint y RSA. Edited by: DAA Scientific Section. A. Scientific Section. A. Scientific Section Martos (Spain), 3(3), 191-202.


Lecturas: Educación Física y Deportes, Vol. 23, Núm. 242, Jul. (2018)

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