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Comparação do índice de adiposidade corporal de escolares em diferentes picos de velocidade de crescimento

Comparison of body adiposity index of school at different growth rate peaks

Comparación del índice de adiposidad corporal de escolares en diferentes picos de velocidad de crecimiento

 

William Cordeiro de Souza*

williammixx@hotmail.com

Emanoel Griten**

mano_griten@hotmail.com

Valéria Caldas*

vavacaldas@yahoo.com.br

Luis Paulo Gomes Mascarenhas***

masca58@hotmail.com

 

*Especialista em Fisiologia do Exercício com Ênfase em Treinamento Desportivo

Universidade do Contestado - UnC. Prefeitura Municipal de Três Barras

** Graduado em Educação Física

pela Universidade do Contestado - UnC

*Especialista em Educação Física Escolar

Prefeitura Municipal de Três Barras

***Doutor em Saúde da Criança e do Adolescente

Professor da Universidade Estadual do Centro

 

Recepção: 16/06/2017 - Aceitação: 13/05/2018

1ª Revisão:10/05/2018 - 2ª Revisão: 10/05/2018

 

Resumo

    O presente estudo buscou como objetivo comparar do índice de adiposidade corporal (IAC) de escolares em diferentes picos de velocidade de crescimento (PVC). A amostra intencional foi constituída por 40 escolares do sexo masculino, da cidade de Três Barras/SC.Os indivíduos foram divididos em três grupos (antes, durante e após PVC). Para calcular o PVC coletou-se a idade (I) e os dados antropométricos de comprimento de perna (CP), altura tronco-cefálica (TC), massa corporal (MC) e estatura (E). E para cálculo do IAC coletou-se a estatura (já mencionada) e circunferência do quadril (CQ). A normalidade dos dados foi realizada através do teste de Kolmogorov-Smirnov. Após, foi realizado os testes de tendência central (média e desvio padrão). Para comparação dos dados foi utilizada a análise de variância: ANOVA one Way e post hoc de Tukey, para determinar as diferenças entre os grupos avaliados, com nível de significância estipulado em p<0,05. Os resultados apresentados demonstraram diferenças significativas entre o grupo durante PVC para o grupo antes PVC nas variáveis de I, MC, E, CP, TC, e CQ. Já o grupo após PVC apresentou diferenças significativas para o grupo antes nas variáveis de I, MC, E, CP, TC e CQ. Quanto às comparações entre o grupo após para o grupo durante valores significativos foram encontrados nas variáveis de MC, TC e CQ. Na comparação do IAC nos diferentes PVCs não foram encontradas diferenças significativas entre os grupos avaliados. Conclui-se que não existem diferenças significativas no IAC de escolares em diferentes PVCs.

    Unitermos: Escolares. Maturação somática. Adiposidade corporal.

 

Abstract

    The present study aimed to compare the body adiposity index (BAI) of schoolchildren at different growth rate (PGR) peaks. The intentional sample consisted of 40 male schoolchildren from the city of Três Barras/SC. Subjects were divided into three groups (before, during and after PGR). To calculate the PGR, age (A) and anthropometric data of leg length (LL), trunk-cephalic height (CH), body mass (BM) and height (H) were collected. In order to calculate BAI, height (already mentioned) and hip circumference (HC) were collected. Data were normal using the Kolmogorov-Smirnov test. After that, the central tendency tests (mean and standard deviation) were performed. To compare the data, ANOVA one-way ANOVA and Tukey post hoc analysis were used to determine the differences between the groups evaluated, with a significance level set at p <0.05. The results showed significant differences between the group during PGR for the group before PGR in the A, BM, H, LL, TC, and HC variables. The group after PGR presented significant differences for the group before in the variables of A, BM, H, LL,CH and HC. Regarding the comparisons between the group after the group during significant values ​​were found in the BM, CH and HC variables. In the comparison of BAI in the different PGRs, no significant differences were found between the groups evaluated. It is concluded that there are no significant differences in the BAI of school children in different PGRs.

    Keywords: School children. Somatic maturation. Body adiposity.

 

Resumen

    El presente estudio buscó como objetivo comparar del índice de adiposidad corporal (IAC) de escolares en diferentes picos de velocidad de crecimiento (PVC). La muestra intencional fue constituida por 40 escolares del sexo masculino, de la ciudad de Tres Barras, SC. Los individuos fueron divididos en tres grupos (antes, durante y después del PVC). Para calcular el PVC se recolectó la edad (I) y los datos antropométricos de longitud de pierna (CP), altura tronco-cefálica (TC), masa corporal (MC) y estatura (E). Y para el cálculo del IAC se recogió la estatura (ya mencionada) y circunferencia de la cadera (CQ). La normalidad de los datos se realizó mediante la prueba de Kolmogorov-Smirnov. Después, se realizaron las pruebas de tendencia central (media y desviación estándar). Para la comparación de los datos se utilizó el análisis de varianza: ANOVA one Way y post hoc de Tukey, para determinar las diferencias entre los grupos evaluados, con nivel de significancia estipulado en p <0,05. Los resultados presentados demostraron diferencias significativas entre el grupo durante PVC para el grupo antes de PVC en las variables de I, MC, E, CP, TC, y CQ. El grupo después de PVC presentó diferencias significativas para el grupo antes en las variables de I, MC, E, CP, TC y CQ. En cuanto a las comparaciones entre el grupo después del grupo durante valores significativos se encontraron en las variables de MC, TC y CQ. En la comparación del IAC en los diferentes PVCs no se encontraron diferencias significativas entre los grupos evaluados. Se concluye que no existen diferencias significativas en el IAC de escolares en diferentes PVCs.

    Palabras clave: Escolares. Maduración somática. Adiposidad corporal.

 

Lecturas: Educación Física y Deportes, Vol. 23, Núm. 240, May. (2018)


 

Introdução

 

    O índice de adiposidade corporal (IAC) é um método antropométrico desenvolvido no ano de 2011, nos Estados Unidos, com o intuito de substituir o índice de massa corporal (IMC). O IAC é uma nova alternativa fidedigna para quantificar a gordura corporal, usando apenas as medidas da estatura e do quadril (Bergman et al., 2011).

 

    Essa nova equação vem apresentando correlações significativas com outros métodos indiretos que avaliam o estado nutricional, tanto de adultos quanto em crianças e adolescentes (Souza et al., 2014; Gonçalves et al., 2014; Souza et al., 2015).

 

    Um dos problemas para se analisar a obesidade e o sobrepeso em crianças e adolescentes, é a alteração da composição corporal que ocorre no processo fisiológico de crescimento no aumento de gordura nos músculos e crescimento dos ossos (Souza et al., 2016).

 

    Cabe mencionar que na adolescência ocorre uma fase de transição e mudanças entre a infância e a vida adulta, sendo que, essas mudanças influenciam diretamente na parte física e biológica dos adolescentes (Miranda et al., 2014).

 

    Durante todo esse processo de mudança ocorrem alterações nos estágios maturacionais dos adolescentes, onde podemos encontrar indivíduos de mesma idade cronológica, mais avançados no processo maturacional e isso resulta em vantagens quando se trata de desempenho esportivo (Machado, Bonfim & Costa, 2009).

 

    Sendo assim, a maturação biológica é considera como um elemento de suma relevância para a categorização durante a prática esportiva (Ulbrich et al., 2007). Desta forma, a idade do pico de velocidade em crescimento (PVC) é um indicador muito benéfico para estimar a maturidade de adolescentes (Machado, Bonfim & Costa, 2009; Mascarenhas et al., 2016).

 

    Para a obtenção do PVC requer apenas as variáveis de comprimento da perna, estatura tronco encefálica, idade e massa corporal. Essas variáveis apresentam índices aceitáveis de determinação (r²=0,89) com um erro padrão da estimativa de (EPE=0,569) (Mirwald et al., 2002).

 

    Diante disso, o presente estudo buscou como objetivo comparar o IAC de escolares em diferentes picos de velocidade de crescimento.

 

Materiais e métodos

 

    Foi realizado um estudo transversal quantitativo descritivo, ao qual foram selecionados 40 adolescentes do sexo masculino, estudantes de uma escola municipal da cidade de Três Barras/SC.

 

    Como critérios de inclusão os avaliados deveriam apresentar faixa etária entre 10 e 15 anos e boas condições físicas e ser classificados como muito ativo e ativo pelo Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ). Foram excluídos do estudo, os indivíduos que apresentavam doenças crônicas ou doenças específicas do crescimento e alunos que apresentaram classificação irregularmente ativo e sedentário pelo Questionário IPAQ. Cabe mencionar que o presente estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Universidade do Contestado - UnC, com o parecer de nº 422.189.

 

    Para verificar o nível de atividade física dos avaliados foi utilizada a versão curta do IPAQ. Este instrumento contém quatro questões que analisam a participação em atividades físicas moderadas e vigorosas dos respondentes durante a última semana (Matsudo et al., 2011).

 

    Os indivíduos foram divididos em três grupos, de acordo com o PVC. O cálculo da estimativa da distância em anos que o indivíduo está do pico de crescimento, ou então se ele se encontra no mesmo. Para obtenção do PVC foi utilizada a seguinte formula: PVC = -9,236 + 0,0002708(CP x TC) - 0,001663(I x CP) + 0,007216(I x TC) + 0,02292(MC/E), onde CP = comprimento de pernas, TC = altura tronco-cefálica, I = idade, MC = massa corporal e E = estatura. Esta fórmula apresenta fidedignidade em adolescentes brasileiros (Machado, Bonfim & Costa, 2009).

 

    A divisão dos grupos se deu da seguinte forma: Grupo 1 (G1): entre -1 < PVC < 1 ano, em que os indivíduos encontravam-se durante o pico de crescimento; Grupo 2 (G2): com PVC < -1,01 ano, onde os indivíduos caracterizavam-se por estar antes do pico de crescimento; e Grupo 3 (G3): onde PVC >1,01 ano, composto por indivíduos após o pico de crescimento.

 

    Na avaliação das variáveis antropométricas, utilizou-se uma balança mecânica da marca Fillizola, com precisão de 100 gramas. Para a coleta da MC o avaliado deveria se posicionar em pé, de costas para escala da balança (Pestroski, 2011). Um estadiômetro de madeira, com precisão de 0,1cm foi utilizado para a obtenção da E, esta mensuração foi identificada pelo maior valor entre o vértex e a região plantar obedecendo ao plano de Frankfurt (Pestroski, 2011). Foi utilizada uma fita métrica da marca Cardiomed, com precisão de 0,1 cm para realizar as medidas de CP, TC e CQ.

 

    O CP foi obtido na distância do trocanter ao solo, obtido pelo antropômetro, na posição ereta, pés juntos, ombros relaxados e membros superiores ao longo do corpo; e para obter a TC foi realizada através da distância do vértex ao assento do banco, obtida pelo antropômetro, sentado em banco regulável, com as articulações tornozelo-joelho e joelho-coxo-femural em ângulo reto (90º) (Pestroski, 2011).

 

    Para a obtenção do IAC coletou-se os dados de E (já mencionado anteriormente) e a CQ que foi verificada através da extensão posterior máxima dos glúteos. E foi Tomada no nível dos pontos trocantéricos direito e esquerdo. Realizada paralelamente ao solo, estando o avaliado com os pés unidos (Pestroski, 2011).

 

    O cálculo do IAC foi realizado dividindo-se a medida da circunferência do quadril (cm), pela altura (m), multiplicada pela raiz quadrada da altura (m), e diminui-se 18 do resultado final (Bergman et al., 2011).

 

    A normalidade dos dados foi realizada através do teste de Kolmogorov-Smirnov. Após, realizou os testes de tendência central (média e desvio padrão). Para comparação dos dados foi utilizada a análise de variância: ANOVA one Way e post hoc de Tukey, para determinação das diferenças entre os grupos avaliados, com nível de significância estipulado em p<0,05. Os dados foram obtidos através do Software Biostat 5.0.

 

Resultados

 

    A tabela 1 apresenta as comparações das variáveis entre os grupos avaliados. E é possível verificar diferenças significativas entre o G1 (Durante PVC) para o G2(antes PVC) nas variáveis de I, MC, E, CP, TC e CQ. Já o G3 (após PVC) apresentou diferenças significativas para o G1 nas variáveis de I, MC, E, CP, TC e CQ. Quanto às comparações entre o G3 para o G2 valores significativos foram encontrados nas variáveis de MC, TC e CQ.

 

Tabela 1. Comparação das variáveis entre os grupos

Variáveis

G1

 Durante PVC

(n=14)

G2

Antes PVC

(n=19)

G3

Após PVC

(n=7)

p

Idade (anos)

13,9 + 0,77a

11,2 + 1,44

14,8 + 0,22a

<0,001

Massa Corporal (kg)

56,57 + 6,23a

41,17 + 10,75

83,00 + 26,41a,b

<0,001

Estatura (cm)

169,6 + 6,3a

148,3 + 11,7

174,4 + 5,8a

<0,001

Comprimento Perna (cm)

92,0 + 2,7a

79,9 + 5,7

93,8 + 5,8a

<0,001

Altura Tronco-Cefálica(cm)

84,0 + 3,0a

73,2 + 4,2

90,6 + 2,4a,b

<0,001

Circunferência do Quadril (cm)

85,5 + 4,7a

76,2 + 7,7

104,2 + 20,1a,b

<0,001

n= número de indivíduos por grupo.

p<0,05 -aDiferença Significativa para o G2; bDiferença Significativa para o G1.

 

    O gráfico 1 Abaixo apresenta a comparação do IAC nos diferentes PVC. E é possível observar que não foram encontradas diferenças significativas (p=0,831) entre os grupos avaliados.

 

Gráfico 1. Comparação do IAC nos diferentes PVC

 

Discussão

 

    Ferriani & Santos (2001) destacam que ocorrem modificações pubertárias no organismo do adolescente, dentre elas, destaca-se as alterações da composição corporal. Fato esse não observado no presente estudo na variável do IAC. Apesar das variáveis antropométricas apresentarem diferenças significativas, as proporções da composição corporal (IAC) se mantiveram homogêneas entre os diferentes PVCs.

 

    Dados semelhantes foram observados por Mortatti et al. (2013) que não encontraram valores significativos nos valores referentes à porcentagem de gordura (%G), que também não diferiram significativamente em função da maturação somática. Ao contrário, na variável do IMC que foram encontrados resultados significativos no ano imediatamente anterior ao PVC em relação aos outros anos.

 

    Miranda et al. (2014) verificaram os estágios de maturação somática e avaliação das variáveis antropométricas e de composição corporal de adolescentes eutróficas de 14 a 19 anos, com percentual de gordura adequado ou elevado e Viçosa- MG e observaram que nas variáveis de IMC; índice de massa corpórea de gordura; índice de massa corpórea livre de gordura; percentual de gordura 4 pregas cutâneas; relação cintura quadril; cintura estatura; massa livre de gordura e gordura total em kg que não foram encontradas diferenças significativas entre os diferentes PVCs.

 

    Cabe mencionar que sujeitos avançados maturacionalmente apresentam valores elevados de estado nutricional que seus pares atrasados ou normomaturos, fato semelhante foi observado no presente. E que esse avanço da maturidade exerce um efeito em longo prazo no aumento da gordura corporal, podendo perdurar o perfil do estado nutricional do adolescente até a idade adulta, aumentando os riscos de excesso de peso e obesidade (Freitas & Freitas, 2015).

 

    O presente estudo limitou-se em avaliar uma amostra pequena e não relacionar a maturação somática com o IAC. Sendo assim, sugere-se que novos estudos sejam realizados comparando e até mesmo relacionando o IAC em adolescentes nos diferentes PVCs, pois a literatura cientifica tanto a nacional, quanto a internacional limita-se de estudos relacionados ao assunto abordado no presente estudo.

 

Conclusão

 

    Ao finalizar o estudo, foi possível perceber que não existem diferenças significativas no índice de adiposidade corporal de escolares em diferentes picos de velocidade de crescimento.

 

Referências

 

    Bergman, R. N., Stefanovski, D., Buchanan, T. A., Sumner, A. E., Reynolds, J. C., Sebring, G. et al. (2011). A better index of body adiposity. Obesity Journal. 19(5), 1083-9.

 

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    Freitas, A. S. & Freitas, A. L. R. (2015). Maturação somática e morfologia corporal em escolares de montes claros – MG. In: Fórum de Ensino, Pesquisa, Extensão e Gestão – 9º FEPEG. Montes Claros, MG, Brasil, p.1-4.

 

    Gonçalves, R., Mascarenhas, L. P. G., Liebl, E. C., Lima, V. A., Souza, W. B., Grzelczak, M. T. et al. (2014). Grau de concordância do IMC e do IAC com percentual de gordura. Revista Brasileira de Qualidade de Vida. 6(1), 8-16.

 

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    Mascarenhas, L. P. G., Souza, W. C., Franz, J., Lima, V. A., Decimo, J. P. Cascante-Rusenhack, M. et al. (2016). Effect of strength training on body composition, strength and aerobic capacity of Brazilians adolescents? Handball players related with peak growth rate. Archivos Medicina Del Deporte, 33(174), 239-43.

 

    Matsudo, S. M., Araújo, T., Matsudo, V. R., Andrade, D., Andrade, E., Oliveira, L. C. et al. (2011). Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ): estudo de validade e reprodutibilidade no Brasil. Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde, 6(2), 5-18.

 

    Miranda, V. P. N., Faria, F. R., Faria, E. R. & Priore, S. E. (2014). Maturação somática e composição corporal em adolescentes eutróficos do sexo feminino com ou sem adequação de gordura corporal. Revista Paulista de Pediatria, 32(1), 78-84.

 

    Mirwald, R. L., Baxter-Jones, A. D., Bailey, D. A. & Beunen, G. P. (2002). An assessment of maturity from anthropometric measurements. Medicine and Science in Sports and Exercise, 34(4), 689-94.

 

    Mortatti, A. L., Honorato, R. C., Moreira, A. & Arruda, M. (2013). O uso da maturação somática na identificação morfofuncional em jovens jogadores de futebol. Revista Andaluza de Medicina del Deporte. 3(3), 108-14.

 

    Pestroski, E. L. (2011). Antropometria: Técnicas e Padronizações. (5ª Ed.). Fontoura.

 

    Souza, W. C., Mascarenhas, L. P. G., Souza, W. B., Grzelczak, M. T., Lima, V. A. & Reiser, F. C. (2014). Associação entre o índice de adiposidade corporal (IAC) e índice de massa corporal (IMC) em mulheres praticantes de treinamento resistido. Revista Uniandrade, 15(1), 31-7.

 

    Souza, W. C., Grzelczak, M. T., Reiser, F.C., Lima, V. A., Souza, W. B. & Alarcón-Meza, E. I. et al. (2015). Relação entre o IMC e o IAC em meninos pré-escolares. Revista Brasileira de Qualidade de Vida. 7(1): 48-55.

 

    Souza, W. C., Grzelczak, M. T., Alarcón-Meza, E. I., Brasilino, F. F. & Mascarenhas, L. P. G. (2016). Aplicabilidade do índice de adiposidade corporal na estimativa da gordura corporal em escolares masculino. Revista Brasileira de Obesidade, Nutrição e Emagrecimento. 10(55), 12-9.

 

    Ulbrich, A. Z., Bozza, R., Machado, H. S., Michelin, A.; Vasconcelos, I. Q. A. & Stabelini Neto, A. et al. (2007). Aptidão física em crianças e adolescentes de diferentes estágios maturacionais. Fitness Performance Journal, 6(5), 277-82.


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