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Efeito agudo de diferentes sessões de atividade física 

coletiva sobre os estados de humor de mulheres

Efecto agudo de diferentes sesiones de actividad física colectiva sobre los estados de humor de mujeres

 

Especialista em Aspectos Biodinâmicos do Movimento Humano (UFJF)

Tutora a distância (UFJF)

(Brasil)

Vera Lucia Ferreira Pinto Fernandes

vera.fernandes@gmail.com

 

 

 

 

Resumo

          O presente estudo objetivou verificar qual sessão de atividade física coletiva praticada em academia de ginástica melhor atua na elevação dos Estados de Humor de mulheres juizforanas através do questionário POMS (Perfil dos Estados de Humor). Foram analisadas 25 mulheres em três diferentes sessões: alongamento/relaxamento 9 alunas, Jump 9 alunas e Ginástica Localizada 7 alunas, em sessões de 30 minutos cada uma. Foi aplicada a análise estatística descritiva para os cálculos de média e desvio padrão e o Teste ‘t’ de Student (**p<0,01 e *p<0,05) para a análise das seis escalas de Humor (tensão, depressão, raiva, fadiga, confusão mental e vigor) para cada uma das sessões, além da análise do Humor Total sendo o escore inicial referente à imediatamente antes das sessões e o escore final 30 minutos após o seu término. Foram encontradas diferenças significativas nas escalas tensão** *, depressão** *, fadiga** * e confusão mental* e uma tendência de melhora nas escalas raiva e vigor após 30 minutos do término da sessão de Alongamento; na sessão de Jump melhora das escalas tensão** *, depressão*, raiva** * e confusão mental*, manutenção da fadiga e uma tendência de melhoria no vigor; e na sessão de Ginástica melhoria nas escalas tensão*, depressão* e fadiga** *, tendência de melhora nas escalas raiva, confusão mental e vigor. No Humor total foram encontradas diferenças significativas nas três sessões alongamento/relaxamento** *, Jump** * e ginástica*. Conclui-se que independente da atividade coletiva proposta há melhoras significativas nos Estados de Humor.

          Unitermos: Estados de humor. Atividade física coletiva.

 

 
EFDeportes.com, Revista Digital. Buenos Aires, Año 15, Nº 150, Noviembre de 2010. http://www.efdeportes.com/

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Introdução

    Atualmente, a preocupação com a qualidade de vida da população tem sido enfatizada por diversos setores da sociedade e está associada a fatores como alimentação, moradia e situação financeira, além da prática regular do exercício físico. Pesquisas (BENIAMIN et al., 1997, CRAFT & LANDERS, 1998, Werneck et al. 2006) demonstram os benefícios fisiológicos desta prática como à redução da freqüência cardíaca de repouso, controle da obesidade, do diabetes e da pressão arterial e psicológicos como a melhora do bem-estar e da saúde mental, o controle dos níveis de ansiedade e do estresse, a redução de estados depressivos, o aumento da auto-estima e do auto-conceito e a melhoria do estado de humor, sendo este último o objeto de estudo desta pesquisa.

    O crescente número de estudos sobre os efeitos psicológicos do exercício físico tem se dado na medida em que a saúde deixou de ser considerada apenas uma condição física e passou a ser vista como um conjunto de aspectos físicos, psicológicos e sociais, em que a saúde mental é um importante fator para o bem-estar geral dos indivíduos. Crescente também é o interesse pela área de atividade física e saúde numa ótica interdisciplinar que considere os aspectos psicológicos e fisiológicos de maneira integrada na busca por respostas sobre a dose e o tipo ideal de atividade física na aquisição do bem-estar físico e psicológico geral (Werneck, 2003).

    Segundo American College of Sports Medicine (1998) um programa de condicionamento físico para a aquisição de saúde e qualidade de vida devem incluir exercícios aeróbicos, contra-resistência e de flexibilidade.

    Sobre os Estados de Humor, que se caracteriza como “um estado subjetivo transitório e flutuante [...] componente da vida diária, que reflete como a pessoa está se sentindo como um todo, num momento particular” (WERNECK, 2003: 27) ainda não se tem uma resposta clara sobre o tipo e a intensidade ideal dos exercícios. Neste sentido, um dos grandes desafios de pesquisadores da área da saúde é determinar características do exercício de forma a promover benefícios ao bem-estar físico e mental do indivíduo. Dessa forma, este é um estudo piloto que pretende fornecer dados que permitam aos professores de educação física uma prescrição adequada de exercício de forma a promover benefícios ao bem-estar físico e mental do indivíduo.

    Em academias de ginástica, uma grande variedade de modalidades de atividade física é oferecida ao aluno, como por exemplo: musculação, ginástica localizada, Jump, dança aeróbica, step, spining, alongamento/relaxamento, Yoga, além de lutas (boxe, jiu-jitsu, entre outras).

    Segundo Tahara et al. (2003), em uma pesquisa sobre a aderência e manutenção da prática de exercícios em academias, uma das principais preocupações dos sujeitos entrevistados está na melhoria da forma física e na qualidade de vida. A maioria dos sujeitos pratica regularmente o exercício físico, apesar de declararem falta de tempo, demonstrando seu interesse nos resultados que a atividade regular pode lhes oferecer.

    Assim, na procura por uma resposta a questão “Qual sessão de atividade física coletiva praticada em academia de ginástica melhor atua na elevação dos estados de humor de mulheres?”. Desta forma, será estudado o efeito agudo das modalidades ginástica localizada, Jump e alongamento/relaxamento sobre os estados de humor de mulheres saudáveis, dentro do seu ambiente de prática, através do POMS (Profile of Mood States, e no Brasil, Perfil dos Estados de Humor, McNair et al. adaptado por Brandão et al., 1993). Este avalia o nível de sete escalas: tensão, depressão, raiva, fadiga, confusão mental, amabilidade e vigor, sendo este último considerado a variável positiva e as demais negativas. Desta maneira, constitui-se em uma das medidas mais completas para avaliar variáveis psicológicas.

Metodologia

Sujeitos

    Foi analisada uma amostra de 25 alunas, saudáveis, com idades entre 18 a 56 anos, que praticam atividade física coletiva regular em academia de ginástica, distribuídas da seguinte forma: 7 na sessão de ginástica localizada, 9 na sessão de Jump e 9 na sessão alongamento/relaxamento. Todas as alunas estão familiarizadas com a prática da atividade em questão. O critério para inclusão é que a aluna pratique a atividade há pelo menos três meses. Todas assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.

Sessões

    As sessões, com duração de 30 minutos, foram ministradas por um professor de educação física em seu local (academia) de trabalho. Elas aconteceram no período da tarde/noite em uma sala com os equipamentos necessários à prática. Cada aluna praticou a atividade dentro dos seus limites seguindo a seqüência proposta pelo professor, como de costume.

Ferramentas de estudo

    Foi utilizado o Formulário de Identificação que contém informações a respeito de nome, idade, sexo, histórico de prática da atividade física e lesões, uso de medicamentos e o Questionário de Prontidão para a Atividade Física (QPAF) de prática da atividade física será usado para a identificação de quaisquer problemas físicos que pudessem contra-indicar a participação do indivíduo no estudo.

    Para a análise psicológica foi utilizado o Perfil de Estados de Humor POMS (Profile of Mood States), que avalia o nível de seis escalas: tensão 9 itens, depressão 15 itens, raiva 12 itens, fadiga 7 itens, confusão mental 7 itens e vigor 7 itens, sendo este último considerado a variável positiva e as demais negativas, num total de 65 itens. Outro fator levantado pelo inventário é a amabilidade que contém 8 itens, porém é desconsiderada na avaliação, por não apresentar validade e confiabilidades suficientes. Assim sendo, as participantes responderam um total de 57 itens através da escala de Likert de 5 pontos: nada (0), um pouco (1), mais ou menos (2), bastante (3) e extremamente (4) (PASQUALI, 1996). A validação deste instrumento em português para ser aplicada na área de Educação Física foi realizada por PELUSO (2003).

    Segundo Brandão et. al (2002) o fator “tensão” é definido por uma alta tensão somática que pode ser observada através de manifestações psicomotoras (agitado, inquieto, etc.). O fator “depressão” representa um estado de depressão acompanhado por uma inadequação pessoal, indicando sentimentos de auto-valorização negativa, dificuldades de ajustamento, isolamento emocional, tristeza e culpa (infeliz, triste, sem esperança, etc.). O fator “raiva” se refere a estados de humor relacionados à antipatia e raiva em relação aos outros e a si mesmo. Descreve sentimentos intensos de hostilidade (rancoroso, amargurado, etc.). O fator “vigor” sugere estados de energia, animação e atividade. Representa um aspecto humoral positivo (animado, ativo, alegre, etc.). Já o fator “fadiga” representa baixo nível de energia (esgotado, apático, etc.). O fator “confusão mental” pode ser caracterizado por atordoamento.

Coleta dos dados

    O questionário POMS foi aplicado imediatamente antes e 30 minutos após a sessão.

Procedimentos estatísticos

    Foi utilizada a estatística descritiva para as análises de média e desvio padrão e o Teste ‘t’ de Student para relacionar as seis escalas dos Estados de Humor (tensão, depressão, raiva, fadiga, confusão mental e vigor). Todas as análises estatísticas obtidas no estudo foram realizadas para um grau de significância de p<0,05* e p<0,01**.

Resultados

    Os resultados obtidos podem ser observados abaixo nos gráficos de 1 a 4 e nas tabelas 1 e 3:

Gráfico 1. Resultados encontrados nas seis escalas dos Estados de Humor antes e 30 minutos após 

a sessão de Alongamento/Relaxamento. (p<0,01** e p<0,05*: diferente em relação ao pré-treino)

 

Gráfico 2. Resultados encontrados nas seis escalas dos Estados de Humor antes e 30 minutos 

após a sessão de Jump. (p<0,01** e p<0,05*: diferente em relação ao pré-treino)

 

Gráfico 3. Resultados encontrados nas seis escalas dos Estados de Humor antes e 30 minutos 

após a sessão de Ginástica Localizada. (p<0,01** e p<0,05*: diferente em relação ao pré-treino)

 

Gráfico 4. Resultados encontrados para o Estado de Humor total nas 3 modalidades antes e 30 minutos

 após o término das sessões (p<0,01** e p<0,05*: diferente em relação ao escore inicial pré-treino)

    Nas tabelas de 1 e 2 encontra-se a média e o desvio padrão das seis escalas dos Estados de Humor pré e pós exercício:

Tabela 1. Média e desvio padrão das seis escalas dos Estados de Humor pré-exercício

 

Tabela 2. Média e desvio padrão das seis escalas dos Estados de Humor 30 minutos pós-exercício

 

Tabela 3. Média e desvio padrão dos escores iniciais e finais das modalidades Alongamento/relaxamento, Jump e Ginástica

Discussão

    Alguns autores que defendem a atividade aeróbia na melhoria dos estados de humor. Serene (2006), em teste de ciclismo com duração de 10 a 30 minutos com jovens universitários, concluiu que a atividade aeróbia atua na melhora o humor independente da duração. Berger (1998) sugere que para haver benefícios sobre os estados de humor a atividade deve ser aeróbia, prazerosa, não competitiva, com intensidade moderada (de acordo com a percepção do indivíduo) superior a 20 minutos e não ultrapassando os 40 minutos. Porém, estes estudos não realizaram testes comparativos entre diferentes modalidades.

    No presente, o efeito agudo da sessão de Alongamento/Relaxamento demonstra diferenças significativas para as escalas tensão, depressão, fadiga e confusão mental e uma tendência de melhora nas escalas raiva e vigor após 30 minutos de seu término (Gráfico 1); na sessão de Jump foram encontradas diferenças significativas para as escalas tensão, depressão, raiva e confusão mental, manutenção da fadiga e uma tendência de melhora no vigor (Gráfico 2); e na sessão de Ginástica localizada foram encontradas diferenças significativas para as escalas tensão, depressão e fadiga, havendo uma tendência de melhora nas escalas raiva, confusão mental e vigor (Gráfico 3).

    Os resultados mostram que, nas três sessões propostas para este pesquisa, houve redução significativa da tensão e da depressão, demonstrando que a atividade física coletiva, quando praticada dentro dos limites individuais, como propusemos, traz benefícios ao bem-estar do indivíduo. Craft e Landers (1998) revelaram que o exercício é tão eficaz na diminuição da depressão quanto tratamentos psicoterapêuticos e farmacológicos, possuindo a vantagem de ser mais saudável e econômico, além de possuir maior adesão quando comparado a esses tratamentos.

    Considerando o resultado, é possível afirmar que as três diferentes sessões de atividade física coletiva utilizadas para este estudo, atuam de maneira positiva na melhoria do Humor Total, apesar de ser observada uma superioridade nas sessões de alongamento/ relaxamento e Jump quando comparado a sessão de ginástica localizada. Estes dados vão ao encontro dos resultados obtidos por McGowan et al. (1991) que comparou exercício aeróbico e exercício contra-resistência e encontraram mudanças positivas no humor para ambas; no entanto, o exercício aeróbio se mostrou mais eficaz na redução da ansiedade do que o exercício contra-resistência. Resultados a favor também foram encontrados por Harte et al. (1995) que em pesquisa com corredores de elite e meditadores experientes defendem que atividades como a meditação atuam na melhoria dos estados de humor de forma semelhante à corrida (atividade aeróbia).

    Ao contrário dos autores acima e dos resultados deste estudo, outros defendem o exercício contra-resistência em forma de circuito ou treinamento com pesos de alta intensidade na melhoria dos níveis de depressão, ansiedade, hostilidade e stress assim como no estado de humor (Norvell e Belles, 1993 e Beniamini et al., 1997).

    De acordo com Thayer et al. (1994), a regulação do humor se dá através de três componentes inter-relacionados: alteração de um mau humor, elevação do nível de energia e redução da tensão, que podem ser observados nos presentes resultados. Mesmo sendo positivo o humor inicial dos praticantes, ainda assim, foi possível observar diferenças significativas 30 minutos após o término da sessão e, apesar de não haver aumento significativo do vigor, há uma tendência a elevar-se após uma única sessão, especulando-se que este possa aumentar em sessões subsequentes. Além disso, constatamos redução significativa da tensão nas três modalidades.

    Todos os sujeitos estudados possuem humor inicial positivo. Cramer, Nieman e Lee (1991) não encontraram melhora significativa no humor, mas afirmam haver melhora no bem-estar de indivíduos saudáveis, após treinamento aeróbico, uma vez que já possuem humor saudável. Isto talvez seja bem explicado por Szabo (2003), que afirma ser a hipótese da avaliação cognitiva ou do prazer pela atividade seja a melhor explicação para as alterações psicológicas induzidas tanto pelo exercício intenso quanto por atividades passivas. Segundo Werneck (2003) alguns estudos verificaram um aumento do bem estar após sessões em que o indivíduo escolhe o tipo de atividade ou pratica seu exercício preferido, ao contrário da atividade não-escolhida ou menos preferida, onde se observou maior distress (mau stress), fadiga e afeto negativo e menor afeto positivo.

    Outras possíveis explicações para a melhoria do humor estão em hipóteses como da distração, das interações sociais, do autocontrole, da auto-eficácia, da melhoria da auto-estima e da expectativa de mudança. A hipótese da distração propõe que a quebra da rotina seria o fator responsável pela melhoria do humor; a oportunidade de contato e interação com outras pessoas também estaria relacionada; por outro lado, mecanismos cognitivos como auto-controle, auto-eficácia e auto-estima advindos de um programa de treinamento físico estariam envolvidas na melhoria do estado de humor. Pessoas com maior habilidade para realização dos exercícios têm uma menor percepção de esforço e maior controle sobre a situação, o que poderia favorecer um efeito psicológico positivo. Alternativamente, as pessoas podem se sentir bem após o exercício porque elas esperavam este efeito do exercício, acreditando que ele melhora o humor (Dishman, 1995; Petruzzello et al., 1991).

Conclusões e recomendações

    A partir dos resultados encontrados pode-se concluir que uma única sessão de atividade física coletiva (dentre as atividades propostas) modifica positivamente o Estado de Humor de mulheres, desde que respeitada suas individualidades. Podendo, assim, de acordo com Craft e Landers, 1998; Petruzzello et al., 1991, ser uma alternativa não-farmacológica na prevenção e no tratamento dos distúrbios do humor, ansiedade e depressão, além de fatores fisiológicos como a hipertensão arterial.

    Foi observado que praticantes de atividade física coletiva de academia possuem perfil de humor bastante positivo principalmente entre os sujeitos que praticam alongamento/relaxamento, seguido do Jump e numa menor escala os praticantes ginástica localizada, devendo os profissionais da saúde observarem esta questão no momento da recomendação aos exercícios físicos.

    Os resultados aqui obtidos carecem de mais estudos. Sendo este um estudo piloto com amostra pequena e bastante heterogênea em relação à idade, apesar da homogeneidade em relação ao gênero (feminino), sugere-se que estudos futuros possam trabalhar com amostras maiores e homogêneas, incluindo mais modalidades coletivas oferecidas pelas academias.

Referências bibliográficas

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