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Nível de atividade física e o índice de 

massa corporal em adolescentes do ensino médio

Nivel de actividad física y del índice de grasa corporal en adolescentes de escuela media

 

*Centro Universitário Metodista Bennett

**Universidade do Grande Rio, UERJ

(Brasil)

Ms. José Marinho Dias Neto*

marinho@bbheart.com.br

Rodrigo da Silva do Nascimento**

rodrigo_nascimentorj@yahoo.com.br

 

 

 

 

Resumo

          O sedentarismo e todas as suas conseqüências são um dos grandes problemas modernos da saúde pública e pesquisas têm destacado este comportamento entre crianças e adolescentes de todos os níveis socioeconômicos. Sendo assim, este estudo tem como objetivo verificar o nível de atividade física (NAF) e o índice de massa corporal (IMC) em alunos do ensino médio de uma escola estadual da cidade do Rio de Janeiro. Foram avaliados 130 alunos voluntários (sendo 74 do gênero feminino e 56 do gênero masculino) com idade entre 15 a 19 anos. Para avaliar o NAF foi utilizado o questionário internacional de atividade física (IPAQ) versão curta, com a aplicação de entrevista referente à semana anterior, contendo perguntas em relação à freqüência e duração da realização de atividades físicas moderadas, vigorosas e da caminhada. Os indivíduos foram classificados em muito ativo, ativo, pouco ativo e sedentário. A tabela do World Health Organization 2007 foi utilizada para discriminar os valores do IMC. Observou-se diferenças significativas (p≤0,05) no nível de atividade física entre os gêneros, onde os meninos tendem à classificação ativo enquanto as meninas aproximam-se do pouco ativo. Não existem diferenças significativas (p≤0,05) entre gênero quanto à composição corporal. Dados discrepantes entre o NAF e o IMC nos levam a crer não haver relação estas variáveis. Conclui-se que, apesar dos valores satisfatórios em termos de composição corporal obtido por boa parte (93%) dos sujeitos do estudo, torna-se evidente a necessidade de estimular os escolares a realizar atividades físicas de forma regular, principalmente o público feminino.

          Unitermos: Composição corporal. Nível de atividade física. Escola.

 

 
EFDeportes.com, Revista Digital. Buenos Aires, Año 15, Nº 150, Noviembre de 2010. http://www.efdeportes.com/

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Introdução

    As Doenças Crônico-degenerativas são os chamados agravos não-transmissíveis, que incluem doenças cardiovasculares, diabetes, câncer, doenças respiratórias e obesidade. Elas constituem a principal causa de mortalidade e incapacidade no mundo, responsável por 59% dos 56,5 milhões de óbitos anuais. O excesso de peso, por si só, afeta 23,4% dos seis bilhões de habitantes do planeta, sendo, portanto, considerado um grave problema de saúde pública mundial e uma epidemia global.1

    Nos Estados Unidos, 17% dos adolescentes entre 12 e 19 anos de idade têm excesso de peso.2 No Canadá, 12% a 20% dos jovens têm excesso de peso, e 3% a 10% são obesos. As taxas tanto de sobrepeso como de obesidade são maiores entre os meninos do que entre as meninas. Ao todo, aproximadamente 26% dos meninos e 17% das meninas ou têm excesso de peso ou são obesos.3

    Através dos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatístico (IBGE), a freqüência de adolescentes com excesso de peso foi de 16,7% em 2002-2003, sendo o problema um pouco mais freqüente em meninos (17,9%) do que em meninas (15,4%). Em ambos os sexos, a freqüência do excesso de peso foi máxima entre adolescentes de 10-11 anos (cerca de 22%), diminuindo para 12%-15% no final da adolescência.4

    Segundo dados da Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde (PNDS), um estudo realizado em 2006 em todo o Brasil, 21,6% das mulheres entre 15 a 19 anos apresentam excesso de peso, enquanto 4,4% são obesas.5

    O novo conceito de tratamento para obesidade baseia-se em quatro pontos: a reeducação alimentar, a prática de atividades físicas prazerosas, a mudança de pensamento em relação à obesidade e, em alguns casos, a adoção de remédios mais recentes, que em vez de diminuir o apetite, aumentam a saciedade e diminuem a absorção da gordura.6

    Uma pesquisa realizada na cidade do Rio de Janeiro observou que apenas 20% dos adolescentes realizavam atividade física com regularidade. A prática regular de atividade física em que ocorre o aumento do gasto energético tem um impacto positivo na prevenção de doenças cardiovasculares (DCV), redução da pressão arterial e elevação da lipoproteína de alta densidade (HDL).7 O gasto metabólico gerado pelo sedentarismo, aliado ao excesso de consumo energético, apresenta relação com DCV e à obesidade.7

    Indivíduos fisicamente ativos são mais saudáveis e tendem a experimentar menores taxas de mortalidade por doenças crônicas não transmissíveis.8 Além disso, realizar exercícios regularmente é um dos poucos fatores que podem prevenir o ganho de peso, pois o condicionamento físico obtido através do exercício reduz a mortalidade e morbidade, mesmo nos indivíduos que se mantêm obesos.9

    A atividade física vem sendo utilizada ao longo dos anos como um dos principais recursos para combater e controlar a obesidade. O estilo de vida moderno, no entanto, que tem como característica básica à inatividade física, não favorece em nada para que o índice de obesidade no mundo possa diminuir.10

    A atividade física apresenta diversos efeitos benéficos ao organismo, sendo recomendada como uma estratégia de promoção da saúde para a população. Entretanto, estudos mundiais incluindo o Brasil apontam para um elevado índice de sedentarismo em todos os grupos etários, variando de 50% a mais de 80% na população mundial.11 Os dados do IBGE apontam para 80,8% de adultos sedentários. Em um estudo na cidade de São Paulo, encontrou-se uma prevalência de sedentarismo de 68,7% em adultos.6 Nos Estados Unidos mais de 60% dos adultos e em torno de 50% dos adolescentes são considerados como sedentários, de acordo com o National Center for Chronic Disease prevention and Health Promotion.12

    De acordo com o Colégio Americano de Medicina Esportiva, a aptidão física para a criança e adolescente deve ser desenvolvida como primeiro objetivo de incentivo a adoção de um estilo de vida apropriado com a prática de exercícios por toda a vida, com o intuito de desenvolver e manter condicionamento físico suficiente para melhoria da capacidade funcional e da saúde.13

    Devem ser realizados programas escolares focados em mudanças na educação e do comportamento para incentivar o engajamento em atividades apropriadas fora do horário das aulas. Os professores de educação física em especial apresentam um papel de extrema relevância para assistência nas formas de integrar outros aspectos da promoção da saúde (bons hábitos nutricionais, não fumar, o perigo das drogas relacionando o esporte, etc.) nas relacionadas à saúde.13

    Deste modo, o presente estudo pretende verificar a relação entre a composição corporal, medida através do índice de massa corporal (IMC), e o nível de atividade física, mensurado por um questionário de atividade física, em alunos do Ensino Médio.

Metodologia

    A amostra foi composta por 130 alunos voluntários sendo (74 do gênero feminino e 56 do sexo masculino), com idade entre 15 a 19 anos. Todos os alunos estavam matriculados no Colégio Estadual Infante Dom Henrique, localizado na cidade do Rio de Janeiro RJ.

    A participação de cada aluno foi previamente esclarecida e concedida através da assinatura de um termo de consentimento livre esclarecido respeitando as diretrizes e normas reguladoras de pesquisas envolvendo seres humanos de acordo com a resolução 196/96 da Conselho Nacional de Saúde.

    Para a obtenção dos dados foi utilizado o Questionário Internacional de Atividade Física-IPAQ versão curta. O nível atual de atividade física foi determinado pelo relato da freqüência (número de vezes por semana); intensidade (vigorosas, moderadas e caminhada) e duração (minutos por dia) em que as atividades físicas eram realizadas semanalmente. Foram consideradas atividades físicas como forma de lazer, esporte, transporte e atividades da vida diária.

    Os adolescentes foram classificados segundo a atividade física em quatro grupos:

  • Muito ativo: quem relatou praticar atividades físicas moderadas por pelo menos 5 vezes na semana e no mínimo 30 minutos por dia somando as atividades vigorosas por pelo menos 3 vezes na semana e 20 minutos por dia.

  • Ativo: quem relatou praticar atividades físicas moderadas por pelo menos 5 vezes por semana e no mínimo 30 minutos por dia ou atividades vigorosas por pelo menos 3 vezes por semana e 20 minutos por dia.

  • Pouco ativo: quem relatou realizar alguma atividade física, porem não o suficiente para ser considerado ativo.

  • Sedentário: quem não relatou envolvimento com nenhum tipo de atividade física por pelo menos 10 minutos contínuos durante a semana.

    Os alunos também foram avaliados através do índice de massa corporal - IMC, que por sua vez foi aplicado através de uma balança digital modelo Tamita 2001 com ajuste de precisão de 100g. Ficou estabelecido e padronizado que os alunos participantes tinham que estar descalços e com vestimentas adequadas, sendo aceitos calções, camisas e meias. Não foram permitidos relógios, cordão ou qualquer outro tipo de acessório que pudesse influenciar o resultado.

    Para a medição da altura foi utilizado o estadiometro da marca Seca, precisão em centímetros. Os alunos foram medidos descalços com os pés juntos, no plano de Frankfurt e com uma leve inspiração. Para a classificação do índice de massa corporal foi adotada como referencia a tabela do World Health Organization 2007. Para comparar os resultados do IMC e do IPAQ entre os gêneros foi aplicado o Teste t-Student.

Resultados

    O peso corporal médio dos sujeitos do estudo foi de 64,6kg (meninos 72,5kg e meninas 58,7kg). Já a estatura média foi de 1,67m (meninos 1,75m e meninas 1,62m). Três componentes da amostra apresentaram peso corporal acima dos 100kg, sendo que um deles superou os 130kg.

    A classificação do nível de atividade dos participantes pode ser observada no Gráfico 1. Foi possível observar que dos alunos classificados como Muito Ativos, treze são do sexo masculino e oito do sexo feminino, correspondendo num total a dezesseis por centos dos alunos. Dos alunos classificados como Ativos, dezenove são do sexo masculino e dezoito do sexo feminino, totalizando a vinte e oito por cento da amostra. Já o numero de participantes considerados como Pouco Ativos e Sedentários se mostrou maior para o sexo feminino, sendo que dos alunos classificados como Pouco Ativos, vinte e oito são do sexo feminino e quatorze do sexo masculino. Além disto, dos participantes classificados como sedentários, dez são do sexo masculino e vinte do sexo feminino, representado vinte e três por cento da amostra.

    Na tabela 1 pode se observar a comparação do nível de atividade física entre os gêneros, sendo possível constatar que ocorreram diferenças significativas entre meninos e meninas (p≤0,05). O grupo de meninos tende a classificação de Ativo, enquanto as meninas aproximam-se do Pouco Ativo.

Tabela 1. Comparação do IPAQ - Meninos x Meninos

* p≤0,05

N = Amostra; X = Média; DP = Desvio Padrão

    No Gráfico 2 pode se observar que a freqüência semanal de pratica de atividade física vigorosa e moderada é quantitativamente maior para o gênero masculino, enquanto as atividades de caminhada foram maiores para o sexo feminino.

    No Gráfico 3 foi possível observar que o tempo de duração de todos os níveis de atividade física foi maior para o gênero masculino. Porém, em ambos os gêneros, a duração de atividade moderada é quantitativamente maior.

    No Gráfico 4 é possível observar que noventa e três por cento dos alunos estão fora da faixa de sobrepeso. Apenas dois estudantes foram considerados obesos, ambos do sexo masculino. Dos sete com sobrepeso, cinco são meninas. Vinte e nove meninos (52%) apresentam IMC superiores à média do IMC feminino.

    Na Tabela 2 ao compararmos os valores do IMC entre os gêneros, observou-se que não existiram diferenças significativas (p≤0,05) entre meninos e meninas. As meninas são ligeiramente mais magras, embora seja um menino o individuo com o menor IMC.

Tabela 2. Comparação do IMC - Meninos x Meninos

p≤0,05

N = Amostra; X = Média; DP = Desvio Padrão; Max = Valor Máximo; Min = Valor Mínimo

Discussão

    Vários estudos sobre os níveis de atividade física em diversas idades mostram que os meninos tendem a ser mais ativos que as meninas, mais marcadamente entre Adolescentes.14,15 Estes dados vêm ao encontro com os obtidos no presente estudo.

    Sallis16 relatou que a diferença entre sexos varia de 15 a 25% na idade escolar, enquanto neste trabalho os meninos se mostram 22% mais ativos que as meninas.

    Em estudantes cearenses, 45% foram considerados sedentários, 40% pouco ativos e 15% ativos ou muito ativos.17 Já no interior de Minas Gerais, os percentuais se mostraram discrepantes, onde em torno de 70% foram considerados ativos ou muito ativos e não mais de nove por cento são sedentários.18 Em nossos dados, 61% dos adolescentes realizam pouca atividade física. A falta de concordância entre os estudos pode ser explicada pelas características regionais ou pela particularidade das escolas pesquisadas. Segundo dados do IBGE, apenas 51% das escolas publicas ou estaduais tem ao menos uma instalação esportiva.19

    A prevalência de sobrepeso em estudo realizado na cidade do Rio de Janeiro entre escolares com idade entre 15 e 17 anos do ensino privado, investigados por Fonseca.20, foi de, respectivamente, 12,1% e 7,2% para rapazes e moças. Entre os 130 participantes deste estudo, apenas cinco pertencentes ao sexo feminino e quatro do sexo masculino estão em condição de sobrepeso ou obesidade (7%). Dados do IBGE4 demonstraram o dobro de adolescentes obesos em comparação aos colhidos neste trabalho. Ao compararmos o IMC dos participantes verificamos que não existe diferença significativa entre os gêneros (p≤0,05).

    Além disto, mesmo os meninos tendendo ao nível Ativo e as meninas ao Pouco Ativo, os valores de IMC se mostram bastantes semelhantes entre os gêneros, demonstrando pouca relação entre estas variáveis de aptidão. Fatores como a qualidade nutricional e a hereditariedade parecem exercer maior influencia sobre composição corporal que o nível de atividade física sobre adolescentes participantes deste estudo.

    Por outro lado, a mensuração do nível de atividade física por meio de questionário apresenta algumas limitações metodológicas.21 No entanto, nesse estudo optamos pela utilização do questionário por ser um instrumento de fácil aplicação, baixo custo e de fácil compreensão.22

Conclusão e recomendações

    Foi possível verificar um alto índice de participantes pouco ativos e sedentários de ambos os gêneros sendo um pouco maior para o gênero feminino.

    Torna-se evidente a necessidade de estimular os escolares a realizar atividades físicas por pelo menos 30 minutos diários, a maior parte dos dias da semana, com intensidade no mínimo moderada para se obter benefícios físicos, psicológicos e sociais. A composição corporal, por si só, não reflete o nível de saúde e qualidade de vida dos alunos. É importante estabelecer políticas e ações de promoção da saúde nas escolas, melhorando os equipamentos e espaços, além da otimização do tempo de prática para que os escolares da rede estadual de ensino entendam a importância do exercício físico regular e cheguem na idade adulta em condições de aproveitar a vida em toda a sua plenitude.

    Recomenda-se que sejam realizados outros estudos mais detalhados, com testes mais precisos, em regiões de diferentes estados, diversas faixas etárias e em ambos os sexos.

Referências bibliografias

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  3. Public Health Agency of Canada. Healthy settings for young people in Canada, 2008. Disponível no endereço http://www.phac-aspc.gc.ca/dca-dea/yjc/ Acesso em 22 de outubro de 2008.

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