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Desenvolvimento da coordenação motora: estudo comparativo

entre crianças praticantes e não praticantes de natação 

na cidade de Montes Claros, MG

Desarrollo de la coordinación motora: estudio comparativo entre niños 

practicantes y no practicantes de natación en la ciudad de Montes Claros, MG

 

* Mestranda em Educação e Promoção para a Saúde pela UTAD, Portugal.

**Professora Mestre da Universidade Estadual de Montes Claros, Unimontes

(Brasil)

Adriana Tolentino Santos*

Josiane Santos Brant Rocha**

Marlúcia Araújo Tolentino**

Amário Lessa Junior**

adriatolen@yahoo.com.br

 

 

 

Resumo

          O objetivo do estudo foi analisar a existência de diferenças no desenvolvimento da coordenação motora de crianças praticantes (G1) e não praticantes de natação (G2). A partir de uma amostra de 60 crianças divididas igualmente entre o grupo um (G1) e o grupo 2 (G2) o nível de coordenação motora foi medido através da Bateria de testes de coordenação corporal para crianças (Korperkoordintionstest fur Kinder – KTK) de Kiphard e Schilling (1974). Para análise descritiva da amostra, foi utilizado o cálculo da média e desvio padrão das variáveis estudadas e para a comparação entre os grupos, o teste “t” (Student), com nível de significância p<0.05. Os resultados indicam que a maior parte da amostra (75%) encontra-se com desenvolvimento normal da coordenação motora, não sendo encontrada diferença estatisticamente significativa (p= 0,34 ) entre o G1 e G2. Ao comparar os gêneros não foi encontrada diferença significante (p= 0,43) sendo que em todas as idades estudadas os valores estatísticos encontrados foram superiores a p>0.05 não demonstrando, portanto, diferenças estatísticas entre os dois grupos. Não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas entre o G1 e G2 nos testes Trave de Equilíbrio (p=0,88), Salto Lateral (p= 0,25), Salto Monopedal (p = 0,90 ) e Transferência Lateral sobre Placas ( p= 0,17). Em suma conclui-se que não há diferenças significativas no desenvolvimento da coordenação motora entre crianças praticantes e não praticantes de natação.

          Unitermos: Desenvolvimento motor. Coordenação motora. Natação

 
http://www.efdeportes.com/ Revista Digital - Buenos Aires - Año 14 - Nº 141 - Febrero de 2010

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Introdução

    O estudo do desenvolvimento humano, em qualquer área estudada, apresenta-se como um fenômeno complexo e global. Possui várias formas, sendo uma delas o estudo do desenvolvimento motor, que pode ocorrer de muitas maneiras.

    Classificado como fundamental para os profissionais da área da saúde, principalmente da educação física, as mudanças do comportamento motor, as quais ocorrem de maneira contínua, seqüencial e progressiva, vem sendo alvo de vários pesquisadores ao longo dos anos como, por exemplo, os estudos realizados pelo Laboratório de Comportamento Motor (LACOM) da Universidade de São Paulo que tem como grande preocupação a busca de problemas que sejam centrais à compreensão do comportamento motor humano (MANOEL, 2005, p.2).

    Caracterizado como um processo que se inicia na concepção, finalizando com a morte, possui etapas bem distintas que explicam cada fase do desenvolvimento do ser humano. Dentre elas, a fase em que a criança adquire o domínio dos movimentos específicos (6 a 10 ou12 anos), fato este que ocorre após a aquisição das habilidades motoras fundamentais (2 aos 6 anos), caracteriza-se como uma fase lenta no que diz respeito ao crescimento geral, porém rápida, em relação ao desenvolvimento da coordenação corporal, fator esse essencial que irá proporcionar a criança uma boa manutenção de sua postura levando-a a interagir apropriadamente com o meio ambiente em que vive (MEINEL, 1994, p. 304; FERREIRA e BOHME, 1998, p. 182; GALLAHUE E OZMUND, 2005).

    As crianças, nessa idade, encontram-se numa fase primordial do seu desenvolvimento motor, pois aos 6 anos já adquiriram um nível de execução das habilidades motoras básicas semelhantes ao de um adulto tornando-se este, o momento ideal para dar início ao ensino de habilidades motoras mais complexas, isto é, as habilidades específicas ou desportivas (PINTO e LIMA, 2001, p. 243)

    No âmbito das atividades desportivas, a natação, caracteriza-se, de acordo com diversos autores como, por exemplo, Oliveira Lopes e Pereira (2004), como a atividade física que mais benefícios proporcionam ao ser humano. Tal afirmação baseia-se nas propriedades físicas da água a qual possui densidade muito diferente do meio terrestre, possibilitando ao individuo diversas formas de movimento, alguns dos quais seriam mais difíceis de serem realizados em terra.

    A importância do contato da criança com o meio aquoso se justifica no sentido de que essa possa adquirir maior confiança e domínio em seus padrões de estabilidade e locomoção, ou seja, poderá criar novas sensações ao modificar seu equilíbrio, aumentando, dessa forma, seu campo de experiências motoras sob o efeito da ausência de gravidade.

    A partir de tais fatores, pode-se afirmar a importância do contato da criança com o meio aquoso e que este poderá proporcionar um melhor desenvolvimento de sua coordenação motora em comparação àquelas crianças que não praticam a natação?

    Assim, sendo o desenvolvimento motor conseqüência da maturação biológica do individuo em conjunto aos estímulos externos e existindo poucas pesquisas relacionando a prática da natação com o desenvolvimento da coordenação motora, surge a necessidade de verificar qual a contribuição que a prática desse esporte poderá proporcionar no desenvolvimento motor de crianças de 6 a 10 anos, dos gêneros masculino e feminino, bem como de suas capacidades coordenativas, intencionando proporcionar aos profissionais da área da educação física um maior conhecimento sobre essa categoria do desenvolvimento humano, direcionando-os a execução de um trabalho mais eficiente tanto em crianças com desenvolvimento motor normal quanto em crianças com atrasos de coordenação motora.

Metodologia

    O presente estudo caracteriza-se como uma pesquisa descritiva de corte transversal comparativa, visto que tem como objetivo descrever as características de uma determinada população ou fenômeno e estabelecer relações entre as variáveis apresentadas (MARTINS, 2002; GIL, 2002).

    A população foi composta por crianças do gênero masculino e feminino, com idades de 6 a 10 anos, regulamente matriculadas em uma escola do ensino fundamental e em uma academia de natação da cidade de Montes Claros (MG).

    A amostra foi selecionada de forma intencional e estratificada possuindo um n= 60 a qual foi dividida igualmente em dois grupos, Grupo de crianças praticantes de natação (G1) e Grupo de crianças não praticantes de natação (G2).

    Para a seleção das crianças foram levados em consideração os seguintes critérios de inclusão: assinatura do consentimento livre esclarecido; ter idade mínima de 6 anos e máxima de 10 anos; para as crianças do G1, estar praticando natação a um período mínimo de 3 meses;

    Para avaliar o nível de coordenação motora, foi aplicada a bateria de testes de coordenação corporal para crianças (Korperkoordintionstest fur Kinder – KTK) (Kiphard, 1974, apud Gorla, 2001), o qual caracteriza-se como um teste de rendimento motor envolvendo todos os aspectos característicos de um estado de coordenação corporal, tendo como componentes o equilíbrio, o ritmo, a lateralidade, a velocidade e a agilidade em crianças com idades de 4,5 anos a 14,5 anos (GORLA, 2001, p. 43-44).

    Para cada tarefa do Teste KTK, foram prescritos exercícios-ensaio, um procedimento prévio que levou a criança a adaptar-se à tarefa e ao material do teste. Pelo grau crescente das dificuldades em cada tarefa, pretendeu-se que a criança chegasse gradativamente ao seu limite de rendimento (GORLA, 2001, p. 43).

    Para análise descritiva da amostra, foi utilizado o cálculo da média e desvio padrão das variáveis estudadas. Na comparação dos valores médios da coordenação motora entre os dois grupos (praticantes – G1 e não praticantes de natação – G2) e entre os gêneros masculino e feminino foi utilizado o teste “t” de Student para amostras independentes. O nível de significância adotado foi de p< 0.05. Os dados foram analisados por meio do programa estatístico (Statistical Package for the Social Sciences – SPSS) 13.00 para Windows.

Análise e discussão dos dados

    As médias de desenvolvimento motor apresentadas foram obtidas através das somas do Quociente Motor (QM) de cada indivíduo da amostra, valores esses correspondentes à soma dos QM de todas as tarefas do KTK realizadas por cada criança.

Tabela 1. Freqüência da amostra total em níveis de coordenação motora

Classificação

Freqüência

%

Regular

1

1,7

Normal

45

75,0

Bom

13

21,7

Alto

1

1,7

Total

60

100,0

Porcentagem Total - Valores da tabela normativa KTK (Kiphard e Schilling, 1974 apud Gorla, 2001).

    Os resultados da amostra, considerando o grupo total, revelaram uma homogeneidade no que se refere ao nível de desenvolvimento da coordenação motora dos dois grupos, como pode ser observado na TAB. 1, na qual, 75% da amostra apresentaram níveis normais de desenvolvimento de sua coordenação motora (CM) e 21,7% com um nível considerado por Kiphard e Schilling(1974) apud Gorla (2001), como bom. Por outro lado, os níveis encontrados são considerados maiores quando comparados aos resultados obtidos por Lopes et. al (2003), os quais, apesar de terem sido encontrados em população portuguesa e com um “n” superior a este estudo, afirmam estarem as crianças nessa faixa etária com valores das médias abaixo dos normais especificados por Khipard e Schilling (1974) apud Gorla (2001).

Tabela 2. Média, Desvio Padrão e teste “t” de Student para amostras independentes – Praticantes de natação (G1) e não Praticantes de Natação (G2)

Grupos

N

Média

Desvio

Padrão

p

G1

30

354,00

33,51

,34 ns

G2

30

344,33

44,31

Valores QM - tabela normativa KTK (Kiphard e Schilling, 1974 apud Gorla, 2001).

p < 0.05. ns – não significativo

    Analisando a TAB. 2 referente às médias e desvio padrão dos grupos testados (G1 e G2), pode-se verificar que a diferença das médias do QM, ainda que favorável ao G1 em 9,67 pontos, não é significativo. Verificou-se, portanto, que na generalidade, o G2 possui média inferior ao G1. Ao levar em consideração o Desvio Padrão (DP) dos grupos, percebe-se uma homogeneidade nos dados das crianças praticantes de natação, ou seja, os valores de QM são mais aproximados da média encontrada, em contrapartida o DP das crianças não praticantes de natação revela uma dispersão maior, ou seja, maior heterogeneidade, porém, este valor encontra-se nos limites aceitáveis, pois representa apenas 12,74 % da média.

    Tal afirmação, apesar de não significativa, corrobora com os estudos de Lopes e Maia (1997) o qual objetivou analisar o desenvolvimento da capacidade de coordenação corporal em crianças em idade escolar (8 anos), sujeitas a atividade física organizada e no qual, em termos globais, verificaram-se mudanças nos níveis de expressão da capacidade de coordenação corporal das crianças sujeitas aos programas de aulas de educação física.

    Verificando os resultados do teste “t” de Student para os dois grupos na TAB. 3, é possível observar que não foi encontrada diferença significativa em nível de p<0.05 no QM entre os grupos praticantes (G1) e não praticantes de natação (G2), contrariando a H1 desta pesquisa.

    Como salientado por Rabelo Rosa (2005), apesar de existirem, na atualidade, diversas pesquisas relacionadas à prática da natação e, grande parte dos mesmos serem dedicados ao treinamento e à avaliação do desempenho, não foi possível encontrar estudos que relacionassem a prática desse esporte com o desenvolvimento da coordenação motora em crianças. Nesse sentido, não nos foi possível realizar uma discussão a respeito dos resultados estatísticos encontrados entre os grupos G1 e G2.

Tabela 3. Média, Desvio Padrão e teste “t” de Student para amostras independentes - Gênero Feminino e Masculino

Grupos

N

Média

Desvio

Padrão

p

Feminino

30

345,17

35,84

0,43ns

Masculino

30

353,17

42,62

Valores QM - tabela normativa KTK (Kiphard e Schilling, 1974 apud Gorla, 2001).

p < 0.05. ns – não significativo

    O resultado da amostra na TAB. 3 apresenta valores médios de desenvolvimento da coordenação motora para o gênero feminino e para o gênero masculino. Esses valores médios de QM encontrados em ambos os gêneros encontram-se nos limites de normalidade de acordo com a tabela normativa do Teste KTK de Kiphard e Schilling (1974) apud Gorla (2001).

    Ao comparar as médias obtidas em ambos os gêneros, constata-se uma superioridade de 8 pontos no QM do gênero masculino em relação ao gênero feminino, corroborando com os achados de Lopes et al. (2003), Silva (1989) apud Gorla (2001) e Faustino (2002), os quais afirmam terem os meninos, valores médios de QM superiores às meninas.

    Analisando os resultados do teste “t” de Student para amostras independentes, verifica-se que não foi encontrada diferença estatisticamente significativa (p<0.05) nos testes realizados entre ambos os gêneros.

Considerações finais

    Partindo dos resultados encontrados no presente estudo, pode-se chegar as seguintes conclusões com relação à amostra avaliada: a) em termos de nível de desenvolvimento da coordenação motora, conclui-se que a maior parte da amostra (75%) encontra-se com desenvolvimento normal; b) ao comparar os dois grupos, crianças praticantes (G1) e não praticantes de natação (G2), não foi encontrada diferença estatisticamente significativa (p<0.05), ainda que o G1 tenha obtido um valor médio de Quociente Motor (QM) superior ao G2; c) na comparação de ambos os gêneros, o masculino demonstrou possuir melhor desenvolvimento da coordenação motora em relação ao feminino, mesmo não havendo diferença estatisticamente significativa (p<0.05); d) não foi encontrada diferença estatisticamente significativa (p<0.05) entre o grupo praticantes (G1) e não praticantes (G2) na idades estudadas, apesar das crianças do G1 com idades de 6, 9 e 10 anos terem obtidos médias maiores que o G2; e) os resultados obtidos pelos dois grupo, G1 e G2, nas quatro provas do KTK, demonstram, mesmo não sendo estatisticamente significativos (p<0.05), que as crianças do G1 encontram-se com as capacidades coordenativas - velocidade (SL), coordenação dos membros inferiores, energia dinâmica e força (SM), lateralidade e estruturação espaço temporal (TP) - melhor desenvolvidas do que o G2, o qual encontra-se apenas com a capacidade coordenativa – equilíbrio (TE) – melhor desenvolvida.

    Em suma, não foram encontradas diferenças significativas do desenvolvimento da coordenação motora entre crianças praticantes e não praticantes de natação no período das habilidades motoras específicas.

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